<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860</id><updated>2012-02-16T15:44:38.718-02:00</updated><title type='text'>Viajando com o Cinema</title><subtitle type='html'>Uma Volta ao Mundo em busca das mais belas locações Cinematográficas</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>23</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-8662248550209163664</id><published>2010-07-16T17:46:00.003-03:00</published><updated>2010-07-16T17:53:22.430-03:00</updated><title type='text'>Wolverine também toma cerveja! - A Toronto de X Men, O Filme</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TEDGnQqs1vI/AAAAAAAAAF8/FKeD-VP9q9Q/s1600/3356740092_900c846306.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494609923183269618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 214px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TEDGnQqs1vI/AAAAAAAAAF8/FKeD-VP9q9Q/s320/3356740092_900c846306.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;X-Men – O Filme (X-Men)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Bryan Singer, o diretor, cavou seu espaço em Hollywood com um filme incrível chamado Os Suspeitos (Usual Suspects), que se tornou um sucesso de público e crítica. Trazia no elenco dois Kevins, o Spacey, mais conhecido como o assassino serial de Seven, Os Sete Crimes Capitais (Seven), e o Pollack, o eterno coadjuvante de filmes como Refém (Hostage) e Meu Vizinho Mafioso (The Whole Nine Yards), além de nomes como Benicio del Toro e Stephen Baldwin. O filme tinha uma história simples que envolvia uma transação ilícita que dá errado e o desenrolar do caso através da ótica dos detetives responsáveis e sua única testemunha, sobrevivente da chacina. Simples, mas muito bem contada. O exemplo clássico da boa idéia na cabeça e a câmera na mão. Seu filme seguinte ainda não foi este X-Men. Singer lançou outra bela obra, desta vez muito mais incisiva e menos comercial, baseada um livro de Stephen King, onde focava sua lente para as heranças do nazismo, num verdadeiro jogo psicológico travado por um ex-carrasco nazista e um garoto interessado demais em suas histórias. O Aprendiz (Apt Pupil) marcou a primeira colaboração do ator Ian McKellen com o diretor, repetindo-se em seus dois próximos trabalhos, X-Men (X-Men) e X-Men 2 (X-Men United). E são justamente estes dois filmes que fizeram a fama do diretor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;X-Men, O Filme, foi uma produção recheada de problemas. Wolverine, vivido por Hugh Jackman, o personagem mais conhecido entre os mutantes – e também o mais idolatrado – deveria ser interpretado por Dougray Scott, o vilão de Missão Impossível 2 (Mission Impossible 2), mas devido a atrasos neste último, sua participação teve que ser cortada. Os fãs das HQ – sempre eles – lotavam sites de comentários criticando desde a escalação do elenco a escolha do próprio diretor, afinal, Bryan Singer dirigindo um filme de ação? Não bastasse isso, o lançamento do filme foi antecipado pelo estúdio em cerca de 6 meses, fazendo com que sua conclusão se efetivasse apenas algumas semanas antes de sua estréia. Tudo parecia caminhar para mais uma adaptação simplória de uma HQ famosa. Parecia, pois Singer não deixou a peteca cair. Entregou um filme enxuto e bem realizado, que na medida do possível explicava aos novatos a origem dos mutantes enquanto entregava aos fãs – sempre eles – uma história digna das melhores edições em papel dos mutantes. Em seu primeiro final de semana, o filme arrecadou algo em torno de U$ 55 milhões, apenas nos EUA e encerrou o circuito mundial com quase U$ 350 milhões em caixa. Era inevitável, portanto, uma sequência. E ela veio muito melhor planejada – e executada – 3 anos depois, com X-Men 2, e cerca de U$ 450 milhões nas bilheterias de todo o mundo. No terceiro filme, Singer passou a direção para o amigo Bratt Ratner (diretor de Dragão Vermelho e da trilogia A Hora do Rush), e assumiu a terrível missão de ressucitar outro ícone das HQ. Desta vez, um senhor ícone, que já tinha feito o seu debut na tela grande. E que debut, em grandíssimo estilo, pelas mãos do diretor Richard Donner, em 1978. Quase 30 anos depois, em 2006, Singer lançou o esperadíssimo Superman, O Retorno (Superman Returns), que apesar da excelente bilheteria, não convenceu totalmente o estúdio que o produziu. O filme é impecável tecnicamente, mas se perde um pouco na história, focando em demasia no romance acucarado entre Clark Kent e Lois Lane, e deixando de lado aquilo que o que o público realmente queria ver: Superman salvando a humanidade. Uma sequência para este filme, que marcou o retorno do homem de aço as telas do cinema, ainda não está em vista. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Singer sentiu a pressão, chamou um astro que comumente lota os cinemas, e dois anos depois lançou Operação Valquíria (Valkyrie), menos pretencioso e bastante eficiente. Mais uma vez sobre o nazismo, mas desta vez contando a história real de um engenhoso plano para matar Hitler. Como todos já sabiam o final, a dura tarefa aqui era manter a tensão durante as duas horas de projeção. E Singer prova novamente que entende de seu ofício. Operação Valquíria não decepciona, tornando-se um bom passatempo. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas, para não perder o costume, o verdadeiro passatempo vem agora. Vamos seguir os passos dos mutantes na América. E seus esconderijos prediletos estão exatamente aqui, em Toronto, no Canadá. Até mesmo o local mais sombrio, que aparece apenas como um flashback para contar a história dos poderes do vilão magneto, fica na cidade. Na cena que representa um campo de concentração da segunda grande guerra, o prédio de tijolos vermelhos que vemos de fundo é na verdade um imenso galpão abandonado (na época das filmagens) onde antes funcionava a sede da Gooderham Worts Distillery, a segunda maior destilaria de whisky do Canadá, lá nos idos de 1860. Hoje, totalmente revitalizado, o imenso local conhecido como &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Distillery District&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (é só perguntar que todos por lá conhecem), abriga cafés, restaurantes, lojas, teatros, estúdios de cinema e inclusive uma &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;micro-cervejaria, a Mill Street Brewery&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, bastante prestigiada pela população local. Uma ótima oportunidade de conhecer um belo ponto turístico e cultural de Toronto, visitar a locação de um sucesso dos cinemas e ainda terminar o dia tomando uma excelente cerveja produzida no local. Não há mutante no mundo que lutaria contra um programa desses. Ah, e o bar que vemos no filme, no meio de uma região gelada, onde somos apresentados ao herói Wolverine, também foi filmado ali, no interior dos galpões da antiga destilaria.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sem dúvida, Distillery District é o mais interessante dos locais de gravação de X-Men. Principalmente por se tratar de um incrível centro cultural e gastronômico, bem ao estilo europeu, onde pode-se fazer um happy hour, uma pequena pausa para um café ou até mesmo apreciar um belo jantar após uma ótima sessão de teatro local. Mas a cidade ainda cedeu alguns outros pontos (lindos por sinal) para a realização do filme. A escola para mutantes, comandada pelo Dr. Xavier (em inglês é mais chique, e se pronuncia Ecseivier) foi formada por dois pontos distintos. O interior foi filmado na &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Casa Loma&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, um museu e ponto turístico da cidade, localizado no número &lt;strong&gt;1 Austin Terrace&lt;/strong&gt;, na extremidade norte da &lt;strong&gt;Spadina Road&lt;/strong&gt;. Aqui também fica o antigo estábulo onde o personagem Ciclope guarda sua motocicleta. O musical Chicago também teve cenas gravadas nesta casa. Já o exterior da escola foi filmado na cidade de Oshawa, há cerca de 50 minutos do centro de Toronto, num ligar chamado&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; Parkwood Estate&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, número 270 da Simcoe Street North, o mesmo lugar utilizado pela produção de filmes como Hollywoodland, Bastidores da Fama (Hollywoodland), com Ben Affleck e Billy Madison e Um Herdeiro Bobalhão (Billy Madison), com Adam Sandler. Ainda, na bela cena – com uma excelente posição de câmeras, típica das HQ – onde vemos pela primeira vez um encontro entre Magneto e Xavier, num corredor circular com uma cobertura de aço e vidro, estamos na realidade dentro do &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Roy Thomson Hall&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, número 30 da Simcoe Street, uma incrível casa destinada a concertos, shows e mostras de cinema. E para finalizar, a estação de trem supostamente localizada em Westchester (EUA), onde acontece uma cena de ação eletrizante, é na verdade a &lt;strong&gt;CNR (Canadian National Railway) Station&lt;/strong&gt; da &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;James Street North&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, também conhecida como &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Liuna Station&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, na cidade de Hamilton, há cerca de 1 hora ao sul de Toronto. São todas locações incríveis, facilmente reconhecidas a primeira vista. Um prato cheio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Making off&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Para desespero dos fãs – sempre eles – alguns personagens famosos ficaram fora do filme, como &lt;/em&gt;&lt;a title="Gambit" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gambit"&gt;&lt;em&gt;Gambit&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; e &lt;/em&gt;&lt;a title="Fera (Marvel Comics)" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Fera_(Marvel_Comics)"&gt;&lt;em&gt;Fera&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;;&lt;br /&gt;- Para desespero dos fãs – sempre eles – Vampira ficou muito diferente da personagem original, que é uma mulher. No filme, é uma &lt;/em&gt;&lt;a title="Adolescência" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Adolesc%C3%AAncia"&gt;&lt;em&gt;adolescente&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; insegura;&lt;br /&gt;- Foi lançado um DVD com o título X-Men 1.5, recheado de extras e cenas deletadas. Ufa, um alívio para os fãs!&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-8662248550209163664?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/8662248550209163664/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/07/wolverine-tambem-toma-cerveja-toronto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/8662248550209163664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/8662248550209163664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/07/wolverine-tambem-toma-cerveja-toronto.html' title='Wolverine também toma cerveja! - A Toronto de X Men, O Filme'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TEDGnQqs1vI/AAAAAAAAAF8/FKeD-VP9q9Q/s72-c/3356740092_900c846306.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-4351834870407175915</id><published>2010-07-16T17:30:00.002-03:00</published><updated>2010-07-16T17:38:07.286-03:00</updated><title type='text'>a Los Angeles do passado, presente e futuro, em Back to the Futuure</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TEDC-j8zWjI/AAAAAAAAAF0/cNxmD4Z_UJk/s1600/Back-To-The-Future-back-to-the-future-546425_378_357.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5494605925449947698" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 302px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TEDC-j8zWjI/AAAAAAAAAF0/cNxmD4Z_UJk/s320/Back-To-The-Future-back-to-the-future-546425_378_357.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;De Volta para o Futuro (Back to the Future)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Falar sobre De Volta para o Futuro – e rever De Volta para o Futuro – é fácil e extremamente divertido, afinal o filme foi concebido como uma aventura juvenil com pitadas de comédia e ficção científica. Uma produção típica do verão americano, criada para entreter sem compromisso, dar risadas prazerosas e torcer pelo mocinho. E ela cumpre os objetivos, com louvor e estrelinhas. Tudo na produção foi perfeito. A escalação de Michael J. Fox como o jovem Marty McFly – Eric Stolz chegou a gravar algumas cenas, mas foi cortado logo no início por não convencer como adolescente – Christopher Lloyd como o amalucado doutor Emmett Brown; uma história muito bem amarrada sobre viagens no tempo e uma música, “The Power of Love” de Huey Lewis, que se tornou símbolo da aventura, juntamente com o DeLorean, a máquina do tempo mais interessante já inventada. De Volta para o Futuro é identificado hoje através de uma sigla, quase uma marca registrada, BTTF, possui vários sites e blogs, que são atualizados constantemente – os filmes são de 1985, 1989 e 1990, respectivamente – e vende miniaturas do DeLorean a rodo pela internet. Mesmo quem não tem uma videoteca em casa, tem uma cópia da trilogia De Volta para o Futuro na estante. Se não tem, toda vez que vê nas lojas, pensa em comprar. Só fica na dúvida se leva esta, ou a trilogia (agora quadrilogia) Indiana Jones. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Isso só acontece com obras superiores, idealizadas por mentes igualmente superiores: Coppola com O Poderoso Chefão; Spielberg com Indiana Jones; mais recentemente os irmãos Wachowski com Matrix e Robert Zemeckis com este BTTF. Todas marcaram época e ditaram moda no seu gênero. E todas continuam vivas e pulsantes nas mentes e corações de cinéfilos mundo afora. Basta ver a capa desses filmes nas locadoras, ouvir a música tema nas rádios ou ver uma chamada de sua reapresentação na TV, que todos os sentimentos e emoções da primeira vez que vimos os filmes, voltam a tona. E se tivermos tempo, com certeza estaremos na frente da TV para revermos qualquer um deles novamente. Assim é um clássico. Um filme que não se esquece, não envelhece e não morre. Quando menos se percebe, estamos mais uma vez acompanhando a mesma história, repetindo as falas e vibrando com as cenas de ação. Viramos uma criança que acabou de ganhar um brinquedo novo. E nessa hora, como toda criança, é melhor não nos interromper.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O final de BTTF deixava muito mais que um gostinho de quero mais. Deixava uma ponta solta cheia de tantas possibilidades que não demorou muito para os produtores voltarem ao trabalho. Claro, tudo dependia da bilheteria do primeiro filme. E obviamente, o resultado não podia ser melhor, com quase U$ 400 milhões arrecadados pelo mundo. Sinal mais do que verde para uma continuação. E o que foi noticiado a seguir deixou todos cinéfilos empolvorosa. O filme não teria uma, mas duas continuações. E o melhor, seriam rodadas simultaneamente e lançadas no cinema com um itervalo de 6 meses apenas. Algo que viria a se repetir anos mais tarde com o sucesso de Matrix. E, assim como aconteceu com a trilogia Matrix, um dos filmes rodados simultaneamente sofreria com o corre-corre da produção. No caso de BTTF, os dois filmes sofreram. O segundo filme teve problemas com a história, que fez os protagonistas irem e voltarem no tempo tantas vezes que foi necessário dar uma pausa no filme para explicar em que pé estava o enredo. O terceiro sofreu com o ritmo, que claramente demonstrava o cansaço de todos envolvidos na produção. O próprio diretor, Bob Zemeckis, admitiu a falta de tempo para cuidar melhor de cada filme. Mas ainda assim, os dois filmes tem o doce sabor do sucesso de Hollywood. Entretem e divertem, e no final, após tantas reviravoltas, concluem a odisséia de Marty McFly de uma maneira digna e plausível, deixando um irremediável sentimento de saudade. De Volta para o Futuro é uma trilogia para ver e rever, quantas vezes quiser e puder. E mesmo sabendo de tudo que vai acontecer, não tem como desviar as atenções da tela por um minuto sequer. That’s the Power of Love, já dizia Huey Lewis.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E se rever o filme desperta uma gostosa sensação de saudosismo, espere para chegar aos locais de gravação, a maioria ainda de pé e intacta. Como é o caso da filial de fast food Burger King, que aparece logo no início do filme, após a cena de abertura onde Marty McFly explode uma caixa de som de tamanho absurdo. Com a canção tema de fundo, acompanhamos o adolescente andando de skate e pegando carona na traseira de uma caminhonete, que saía da lanchonete. Ela ainda existe, exatamente como vemos no filme, no mesmo endereço, número &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;535 north da Victory Boulevard, em Burbank&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, a apenas 15 minutos ao norte de Los Angeles. E o shopping onde toda a confusão acontece, o &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Twin Pins Mall&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; – ou Lone Pine Mall, preste bem atenção no filme – é na verdade o &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Puente Hills Mall, número 1600 da Azusa Avenue, City of Industry&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, 25 minutos a leste de Los Angeles. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Que tal dar uma passadinha na casa da família McFly, que ficava na pitoresca Lyon Estates, na fictícia cidade de Hill Valley, com as gigantescas torres de energia elétrica de fundo. Ela também existe – a casa, e não a cidade – e continua do mesmo jeito, no número &lt;strong&gt;9303 da Roslyndale Avenue, Pocoima&lt;/strong&gt;, a cerca de 25 minutos ao norte de Los Angeles. Ou então, que tal conhecer a moradia de doutor Emmett Brown, no ano de 1955? E aqui a notícia não poderia ser melhor. Esta casa é aberta a visitação. Não pelo fato de ter participado do filme, mas por ter sido uma das residências do casal David e Mary Gamble, um dos sócios da “pequena” empresa Procter and Gable. Já ouviu falar? Pois então, o casal morreu em 1920, mas a casa permaneceu com a família por muitos anos, até que um dos filheos decidiu vendê-la. Quando ouviu de um dos interessados na compra, que gostaria de pintar a casa porque a achava muito escura e sombria, o filho percebeu que o local deveria ser preservado, afinal, a casa foi projetada por dois dos arquitetos mais famosos dos EUA, os irmãos Charles e Henry Greene. E assim foi feito. A casa é mantida hoje pela University of Souther Califórnia, e pode ser visitada diariamente. A casa se chama, obviamente, &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;The Gamble House&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, e fica no número 4 da Westmoreland Place, em Pasadena, a cerca de 20 minutos a nordeste de Los Angeles. Não é permitido fotos no interior da casa. Fato esse que não atrapalha a visitação, pois o interior da casa, que aparece no filme, não foi filmado na Gamble House. As internas – inclusive a porta de entrada – foram filmadas em outra criação dos arquitetos Greene, chamada &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;RR Blacker Hill House&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, e também fica em Pasadena, no número 1177 da Hillcrest Avenue, região de Oak Knoll. E por último, as casas do futuro pai de Marty, George McFly e da futura mãe, Lorraine, também ficam em Pasadena. No filme, elas estão uma de frente para a outra. Mas na realidade, não é bem assim. Ficam na mesma rua, e ainda no mesmo lado, nos números 1711, casa de George, e 1727, casa de Lorraine, onde Marty é atropelado quando vai salvar George do acidente que deveria estar fazendo parte, no meio da &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Bushnell Avenue, South Pasadena&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. É ali, neste pequeno endereço, que a verdadeira confusão se inicia. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E as sequências, onde foram filmadas? Ora, no futuro e no passado, respectivamente. Brincadeiras a parte, a continuação do primeiro filme mescla cenas do futuro, no centro da cidade de Hill Valley, novamente em estúdio, e cenas de 1985 e 1955. Nste último ano, podemos destacar o túnel onde Marty McFly, escondido no banco de trás do caro do jovem Biff, tenta recuperar o almanque esportivo do futuro, a causa de toda a confusão deste segundo filme. Ele fica em &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Griffith Park, número 4730 da Crystal Springs Drive&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, em Los Angeles ainda, mesmo túnel usado para a entrada na “Desenholândia”, Em Uma Cilada para Roger Rabitt (Who Framed Roger Rabitt?), também dirigido por Robert Zemeckis. Já no terceiro filme, o destaque fica para as sequências filmadas em Monumet Valley, no Arizona, a aproximadamente 12 horas de carro de Los Angeles. Longe, mas se sobrar tempo, vale a pena visitar o deserto predileto de Hollywood para filmar faroestes. Mas é claro, se você tiver um DeLorean capaz de viajar no tempo, essa escapadinha de Los Angeles não vai lhe custar nem um minuto sequer. Como é bom sonhar com as aventuras do cinema.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Making off&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- O ator &lt;/em&gt;&lt;a title="Crispin Glover" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crispin_Glover"&gt;&lt;em&gt;Crispin Glover&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; (George McFly) foi cortado das continuações porque, após o sucesso do primeiro filme, queria receber um cachê que segundo a produção era maior que o de Michael J. Fox. Assim o roteiro foi mudado e o personagem não aparece (pois foi morto numa realidade alternativa do tempo);&lt;br /&gt;- Em De Volta Para o Futuro 2, um cinema do futuro anuncia o lançamento de Tubarão 19, dirigido por Max Spielberg. &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.adorocinema.com/diretores/steven-spiel" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Steven Spielberg&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;, um dos produtores executivos do filme, realmente tem um filho chamado Max;- Quando Marty McFly chega em 2015, ele olha pela vitrine de uma loja de antiguidades e lá vê uma jaqueta que ele mesmo usava em 1985, um boneco do personagem Roger Rabbit e um jogo da Nintendo baseado no filme Tubarão, de 1975. Trata-se de uma homenagem a &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/film/edit/5172/tubarao/tubarao.asp" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Tubarão&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;, grande sucesso de Spielberg, e a &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/film/edit/5172/cilada-para-roger-rabbit/cilada-para-roger-rabbit.asp" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Uma Cilada Para Roger Rabbit&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;, dirigido pelo próprio &lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.adorocinema.com/diretores/robert-zemeckis" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;Robert Zemeckis&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;;&lt;br /&gt;- O Almanaque que é entregue ao jovem Biff dizia que em 1997 um time da Florida ganharia o Campeonato Nacional de Baseball. Pois em 1997, o Florida Marlins, um time que nem existia quando De Volta Para o Futuro 2 foi realizado, ganhou o Campeonato Nacional de Baseball;&lt;br /&gt;- A banda que toca no Festival da Cidade, na terceira parte da trilogia, é "ZZ Top", que escreveu e tocou a música DoubleBack, para a trilha sonora do filme;&lt;br /&gt;- De Volta Para o Futuro I ganhou o Oscar de Efeitos Especiais e foi indicado para melhor Roteiro, Som e Música (Power of Love);&lt;br /&gt;- Originalmente, a máquina do tempo seria uma geladeira e não o DeLorean. Robert Zemeckis disse numa entrevista que ele e Steven Spielberg descartaram essa idéia, pois não queriam que crianças entrassem em geladeiras e ficassem presas;&lt;br /&gt;- Steven Spielberg, produtor do filme, é o motorista da pick-up que dá uma "carona" a Marty até a escola, no começo do primeiro filme;&lt;br /&gt;- O jurado da "Batalha das Bandas", que fala que Marty toca muito alto, é Huey Lewis, autor da música “The Power of Love”;&lt;br /&gt;- No versão lançada nos cinemas, não havia a frase "To Be Continued..." no final de De Volta Para o Futuro. Essa frase só foi adicionada na versão em vídeo do filme, lançada em 1986, quando a Universal já planejava fazer a sequência, que eles esperavam que saisse em 1987. De Volta Para o Futuro II foi lançado em 1989;&lt;br /&gt;- No segundo filme, há veículos utilizados em "Blade Runner" e "O último guerreiro das estrelas" estacionados ao redor da praça, durante a perseguição no hoverboard.&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-4351834870407175915?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/4351834870407175915/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/07/los-angeles-do-passado-presente-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/4351834870407175915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/4351834870407175915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/07/los-angeles-do-passado-presente-e.html' title='a Los Angeles do passado, presente e futuro, em Back to the Futuure'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TEDC-j8zWjI/AAAAAAAAAF0/cNxmD4Z_UJk/s72-c/Back-To-The-Future-back-to-the-future-546425_378_357.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-6932445572218176761</id><published>2010-07-06T16:37:00.004-03:00</published><updated>2010-07-06T16:44:15.347-03:00</updated><title type='text'>Da Escócia a NY, de Moto!! Esse documentário é incrível !</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TDOGzdJTEeI/AAAAAAAAAFs/oLpuryyLwVw/s1600/longwayround1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5490880589249843682" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 186px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TDOGzdJTEeI/AAAAAAAAAFs/oLpuryyLwVw/s320/longwayround1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;DVD (se possível) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Long Way Round&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.lwdstore.com/images/LWR_DVD.jpg&amp;amp;imgrefurl=http://www.lwdstore.com/long-way-round-c-2.html&amp;amp;usg=__LJGC7vBPqhzzW8fs8thJcQabXQ4=&amp;amp;h=498&amp;amp;w=346&amp;amp;sz=186&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;start=4&amp;amp;um=1&amp;amp;tbnid=4iRQmtDNjNrvqM:&amp;amp;tbnh=130&amp;amp;tbnw=90&amp;amp;prev=/images%3Fq%3Dlong%2Bway%2Bround%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26um%3D1"&gt;&lt;/a&gt;Sem título em português, este reality sobre motos foi ao ar na Inglaterra há uns 5 anos atrás. Não sei se está disponível no Brasil para locação, mas se você gosta de motos, entre no site &lt;a href="http://www.longwayround.com/"&gt;http://www.longwayround.com/&lt;/a&gt; e compre o original. É sensacional. O ator Ewan McGregor e seu amigo Charley Boormann (também ator, mas mais conhecido como filho de John Boormann, cineasta das antigas), foram de moto, de londres até NY, pelo leste! Ou seja, cruzaram diversos países como França, Mongólia, Russia entre vários outros até chegar nos EUA. Paisagens incríveis, acidentes, figuras pelo caminho, ou seja, cultura, viagem e motos por cerca de 10 episódios (não lembro o total) de 40 minutos cada. Participaram ainda uma equipe com 2 carros, que mantinha-se a certa distância dos motociclistas. Deu tão certo, que todos os envolvidos fizeram uma nova viagem há uns 2 anos, chamada Long Way Down &lt;a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.lwdstore.com/images/3436043x.jpg&amp;amp;imgrefurl=http://www.lwdstore.com/long-way-down-audio-book-cd-p-11.html&amp;amp;usg=__KES_8xGv82aF4zsoI5YlXTNuTNU=&amp;amp;h=467&amp;amp;w=467&amp;amp;sz=44&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;start=11&amp;amp;um=1&amp;amp;tbnid=Xp6dmZHhBVhWvM:&amp;amp;tbnh=128&amp;amp;tbnw=128&amp;amp;prev=/images%3Fq%3Dlong%2Bway%2Bdown%26hl%3Dpt-BR%26um%3D1"&gt;&lt;/a&gt;, ou seja, norte sul, desde a Escócia até Cidade do Cabo, na África do Sul. Este último, ainda estou assistindo, mas não perde para a primeira viagem. É descontraído, com belas imagens, paisagens e locais históricos. E claro, muita poeira, acidentes e estradas esburacadas. Muito bom. Procure na locadora, não vai se arrepender. Se não encontrar, pode comprar no ebay, amazon, manda o tio trazer dos EUA, sei lá. É nota 10. &lt;a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.unicef.org.uk/longwaydown/images/main.jpg&amp;amp;imgrefurl=http://www.unicef.org.uk/longwaydown/&amp;amp;usg=__O7hupGeezRtmMK4rw6eq794YzsM=&amp;amp;h=460&amp;amp;w=570&amp;amp;sz=95&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;start=1&amp;amp;um=1&amp;amp;tbnid=9rNOmADyVeTsPM:&amp;amp;tbnh=108&amp;amp;tbnw=134&amp;amp;prev=/images%3Fq%3Dlong%2Bway%2Bdown%26hl%3Dpt-BR%26um%3D1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.due-south.co.za/images/long_way_down_large.jpg&amp;amp;imgrefurl=http://www.due-south.co.za/&amp;amp;usg=__EodpW10nkF2gHmucATY3H42GytE=&amp;amp;h=402&amp;amp;w=600&amp;amp;sz=57&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;start=3&amp;amp;um=1&amp;amp;tbnid=W6Se1znG9QwIuM:&amp;amp;tbnh=90&amp;amp;tbnw=135&amp;amp;prev=/images%3Fq%3Dlong%2Bway%2Bdown%26hl%3Dpt-BR%26um%3D1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://media.justjared.com/headlines/2007/08/ewan-mcgregor-motorcycle.jpg&amp;amp;imgrefurl=http://sizzlersspot.blogspot.com/2008/07/ewan-mcgregors-long-way-down.html&amp;amp;usg=__DdDgNKvFpCy9XHVkBMfKYiVG0eQ=&amp;amp;h=300&amp;amp;w=300&amp;amp;sz=42&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;start=15&amp;amp;um=1&amp;amp;tbnid=RemBVqwWwtKreM:&amp;amp;tbnh=116&amp;amp;tbnw=116&amp;amp;prev=/images%3Fq%3Dlong%2Bway%2Bdown%26hl%3Dpt-BR%26um%3D1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://nibtempfile.ign.com/mattc/article/673861/longwayaroundblogmatt.jpg&amp;amp;imgrefurl=http://brokentelegraph.com/&amp;amp;usg=__M7mWyV-UUwbs70nXzobZY4js-hs=&amp;amp;h=228&amp;amp;w=480&amp;amp;sz=51&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;start=13&amp;amp;um=1&amp;amp;tbnid=oiCQJpw9nycwHM:&amp;amp;tbnh=61&amp;amp;tbnw=129&amp;amp;prev=/images%3Fq%3Dlong%2Bway%2Bround%26hl%3Dpt-BR%26um%3D1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://i6.photobucket.com/albums/y236/invictusfilms/LWR1.jpg&amp;amp;imgrefurl=http://www.myspace.com/unconquerable2&amp;amp;usg=__VAk_ubreicYvBjY245e0GswvRhE=&amp;amp;h=398&amp;amp;w=535&amp;amp;sz=199&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;start=17&amp;amp;um=1&amp;amp;tbnid=MfDJUFF15cZNEM:&amp;amp;tbnh=98&amp;amp;tbnw=132&amp;amp;prev=/images%3Fq%3Dlong%2Bway%2Bround%26hl%3Dpt-BR%26um%3D1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://cache.daylife.com/imageserve/02wS0FI1SEbnc/610x.jpg&amp;amp;imgrefurl=http://www.daylife.com/photo/02wS0FI1SEbnc&amp;amp;usg=__X9UaxKpYjv9n8Q1trwA7rbOsNb8=&amp;amp;h=463&amp;amp;w=610&amp;amp;sz=97&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;start=32&amp;amp;um=1&amp;amp;tbnid=QjuKxDQKL-HSBM:&amp;amp;tbnh=103&amp;amp;tbnw=136&amp;amp;prev=/images%3Fq%3Dlong%2Bway%2Bround%26ndsp%3D20%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26start%3D20%26um%3D1"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-6932445572218176761?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/6932445572218176761/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/07/da-escocia-ny-de-moto-esse-documentario.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/6932445572218176761'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/6932445572218176761'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/07/da-escocia-ny-de-moto-esse-documentario.html' title='Da Escócia a NY, de Moto!! Esse documentário é incrível !'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TDOGzdJTEeI/AAAAAAAAAFs/oLpuryyLwVw/s72-c/longwayround1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-414346840319169476</id><published>2010-07-06T10:58:00.007-03:00</published><updated>2010-07-06T15:59:33.906-03:00</updated><title type='text'>A Londres de Guy Ritchie, pré Madonna</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TDN7yIv19iI/AAAAAAAAAFk/-4k80Jh5yl8/s1600/snatch-ritchie-pitt.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5490868471966594594" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TDN7yIv19iI/AAAAAAAAAFk/-4k80Jh5yl8/s320/snatch-ritchie-pitt.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes (Lock, Stock and Two Smoking Barrels)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;e&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Snatch, Porcos e Diamantes (Snatch)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Jogo, Trapaças e Snatch são praticamente idênticos. Ainda assim, excepcionais. Apesar de apresentarem a mesma estrutura, sempre com inúmeros personagens – um mais exótico do que o outro – e passear pelo mesmo tema – assaltos, dívidas, mafiosos e muita violência – Snatch é Jogos e Trapaças com muito mais classe, charme e humor. Após o sucesso do primeiro, realizado com míseros U$ 1,6 milhões, Guy Ritchie ganhou espaço na mídia, e em Hollywood. Ganhou também maior liberdade criativa, mais dinheiro (cerca de U$ 10 milhões, o que nem é tanto assim, considerando o grande elenco, que inclui o astro Brad Pitt) e abusou ainda mais da estética da câmera lenta. Enquanto Jogos, Trapaças transparece em cada cena o cinema independente e de baixíssimo orçamento, Snatch já apresenta um pé na indústria de Hollywood, mas sem perder o gostinho do undergroud londrino, cheio de ruas estreitas e sujas (sempre percorridas por velhas e suspeitas vans) e pubs freqüentados por gente de poucas palavras. Bom para nós, espectadores, ruim para Ritchie, o diretor, que ficou injustamente rotulado como o melhor imitador de Quentin Tarantino. Ou justo, pois sua tentativa no campo do romance, com o filme Destino Insólito – protagonizado por sua então mulher, Madonna – é risível e frustrante. Para tentar recuperar o prestígio, voltou ao tema de seus primeiros filmes com Revolver, outra pataquada homérica. Ritchie só conseguiu se reerguer com Rock’n Rolla, que, obviamente, segue o mesmo esquema de Jogos, Trapaças e Snatch. Deu certo, voltou aos holofotes e ganhou o comando de Sherlock Holmes, novamente flertando com o gênero que consagrou sua carreira, e com o estilo visual mais uma vez repleto de muita câmera lenta. Sherlock Holmes foi um sucesso, provando que Ricthie aprendeu com seus erros e está mais do que apto a comandar um blockbuster. Elementar meu caro Ritchie.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os dois filmes, como vimos, trafegam pelo submundo do crime em Londres. Ruas e vielas sujas, pubs em decadência e bares iluminados com neon dão o tom da trama. Muito disso é real, desaconselhável para turistas desavisados. Outro tanto, porém, permite uma visitação tradicional. Se é que há algo de tradicional nos filmes – e nas locações – de Guy Ritchie. Um dos lugares que mais aparece em Jogos, Trapaças é o esconderijo dos ladrões de primeira viagem. Ele fica na região de Borough, próximo ao &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;mercado de Borough&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, que aparece no filme O Diário de Bridget Jones, número 15 da Park Street. Vá, tire uma foto, e bata em retirada. E os bares: o “JD’s” – que pertencia ao personagem de Sting, pai de Eddie – e o “Samoan Jo’s”, onde o grupo aguarda o encerramento do jogo de cartas que dá início a trama, também existem, e podem ser visitados, cautelosamente. Claro que os nomes não são os mesmos que vemos nos filmes. O primeiro se chama &lt;strong&gt;Vic Naylor&lt;/strong&gt;, e fica no número 40 da St. John Street, em Smithfield. O segundo é o mais-londrino-impossível &lt;strong&gt;The Royal Oak&lt;/strong&gt;, número 73 da Columbia Road, esquina com Ezra Street. Aliás, pubs londrinos parecem ser o forte de Guy Ritchie. Em Snatch, Porcos e Diamantes, Ritchie nos brinda com mais dois endereços obrigatórios na cidade. O &lt;strong&gt;Ye Olde Mitre Tavern&lt;/strong&gt;, espremido entre os prédios da viela que encontramos entre os números 8 e 9 da Hatton Garden, que é ainda-mais-londrino-do-que-se-imagina. Tente achá-lo, e saiba de antemão que seu happy hour é concorridíssimo. Imperdível. O último deles é outro clássico da cidade, o &lt;strong&gt;The Jolly Gardeners&lt;/strong&gt;, número 49 da Black Prince Road, esquina com a Tyers Street. É aqui, sob o nome falso de “The Drowning Trout”, que ocorre o tiroteio na saída do banheiro masculino, após o acidente automobilístico mais esquisito do cinema. Esquisito no bom sentido, claro. Mas é bom lembrar que nenhum destes bares (pubs) está acostumado a receber turistas e mochileiros. Seu público é formado por londrinos chegados numa boa cerveja – na quantidade e na qualidade – que não estão muito dispostos a mostrar a direção das atrações turísticas da cidade, ou a estação de metrô mais próxima. Então, cuidado com o “aproach” nestes lugares. Mas não deixe de visitá-los. É pura atmosfera londrina.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Making off:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Sting participa de Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes. Sua esposa é produtora executiva do filme. E os dois apresentaram o diretor à cantora Madonna, alguns meses depois;&lt;br /&gt;- Na Inglatera, 2 anos após o lançamento do filme, foi feita uma série televisiva de mesmo nome, Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes;&lt;br /&gt;- Em Snatch, a música que "Bullet Tooth" Tony ouve no carro é "Lucky Star", da cantora &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="Madonna" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Madonna"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Madonna&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, que se casou com o diretor &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="Guy Ritchie" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Guy_Ritchie"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Guy Ritchie&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; pouco após o término das filmagens de Snatch - Porcos e Diamantes;&lt;br /&gt;- Vinnie Jones, ator que aparece nestes dois filmes, foi jogador de futebol na Inglaterra, chegando a jogar no Chelsea e no Leeds United, antes de se aposentar e “virar” ator de cinema.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Bônus&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Origem dos Pubs londrinos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um happy hour com os amigos? Pub. Ver um jogo do campeonato Europeu? Pub. Apenas ler o jornal? Pub. Ou aquela reunião para fechar um negócio? Por que não no Pub? O Pub – abreviação para Public Houses – é uma instituição sagrada na terra da Rainha. Quando o relógio marca 18:00, grande parte dos trabalhadores londrinos vai ao Pub para tomar uma cerveja. Só depois – após várias cervejas – é que se toma o rumo de casa. E não pense que lá se divide amigavelmente uma cerveja de 600 ml com os amigos, como se faz no Brasil. Nos Pubs londrinos, cada freqüentador pede a sua própria cerveja, normalmente servida num copo de aproximadamente 560 mililitros da bebida – ou pint – ou de 280 mililitros – ou half pint. Obviamente, cada londrino “absorve” alguns “pints” a cada novo happy hour.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Essa tradição já vem de muito tempo atrás. Muito mesmo, lá da época dos romanos, o povo responsável pela invasão e colonização da Inglaterra. Foram eles que construíram as primeiras tabernas e casas de vinho ao longo de estradas e dentro das grandes cidades. Os britânicos nativos adotaram – e adoraram – essa idéia, mas como sua preferência era a cerveja, foram então criadas as “alehouses” (ale, como eram conhecidas as cervejas britânicas), ou “beerhouses”. Com o tempo, algumas dessas ”beerhouses“ começaram a oferecer também alimentação e quartos para viajantes e comerciantes. Assim surgiram as “Public Houses”, carinhosamente apelidadas de Pubs. Os anos passam, e com eles os quartos e camas, dando lugar a mais mesas e balcões. A decoração chique, que utilizava madeira nobre, vidro e carpetes, também foi sendo incorporada, proporcionando aos freqüentadores dos agora Pubs, um ar nobre e requintado. Principalmente aos trabalhadores das fábricas londrinas, que encontravam nestes lugares o sossego e a elegância que seus trabalhos lhes tiravam. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O tempo passou e os Pubs viraram mania – e uma marca registrada – da cidade. Moradores locais e turistas dividem espaço – concorrido, diga-se de passagem – nos velhos balcões de madeira ou nas mesas redondas de antigos (alguns com mais de 400 anos) e novos Pubs. Na Inglaterra, hoje, soma-se algo em torno de 50.000 estabelecimentos. A maioria fecha entre as 23:00 e 24:00, e possui um sino para avisar seu fechamento. A primeira badalada quer dizer que se você ainda quer mais um pint, trate de pedi-lo imediatamente. A segunda badalada indica o fechamento do Pub. E não tem choro ou jeitinho brasileiro. Pegue suas coisas e vá pra casa. Lembre-se da pontualidade britânica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Algumas características dos Pubs Londrinos merecem destaque. Na entrada – ou em alguma parede do lugar – pode-se encontrar as seguintes inscrições: Managed House, Tenanted (leased) Pub ou Free House. A primeira inscrição, Managed House, indica que o pub é de propriedade de uma cervejaria ou uma rede de pubs, que gerencia o negócio. O segundo, Tenanted (Leased) Pub indica que o lugar é de propriedade de uma cervejaria ou rede de pubs, mas tem o seu gerenciamento independente, com o proprietário apenas pagando uma taxa (licença) à cervejaria ou rede. O último, ou Free House Pub, quer dizer que o Pub não tem convênio com nenhuma cervejaria, comprando seu estoque onde bem entender. Outra curiosidade se relaciona aos nomes e as bandeiras de cada estabelecimento. Nenhum nome é escolhido ao acaso. Cada um tem uma história específica. Os mais velhos fazem alusão a era medieval, às cruzadas e aos tempos de Jesus, como o Saracen’s Head, Lamb and Flag, Ye Olde Trip to Jerusalem e Magna Carta. Já no século 18, quando os pubs ainda mantinham as cocheiras e os quartos para viajantes, seus nomes faziam referência aos serviços prestados, como o Coach and Horses e o Horse and Groom. E na época das ferrovias, já no século 19, nomes como Railway Arms e Station Hotel representavam o progresso que dava suas caras. Alguns outros nomes, como King’s Arms ou King-qualquer-coisa eram referências à época da reforma protestante, quando os reis adquiriram um poder extraordinário. Os proprietários dos Pubs, espertamente – e rapidamente – substituíram os nomes com referêcias católicas pelos nomes “reais”, por assim dizer. Cada nome tinha – e tem ainda – uma grande história por trás. Já as placas ilustradas que ficam penduradas na fachada do Pub vem de uma lei Real de 1393, que exigia que o estabelecimento que produzia e revendia verveja deveria manter uma placa indicativa em sua entrada, sob pena de perder o direito de comercialização. Como na época a maioria da população não sabia ler e escrever, a solução encontrada pelos proprietários foi colocar imagens que representassem seu nome e a qualidade da cerveja. Daí a presença de tantos reis, rainhas, duques, dragões e esportes reais ilustrando as placas e fachadas dos Pubs Londrinos. Hoje, constituem um detalhe indispensável a um bom estabelecimento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;História, tradição, cultura, charme e muita cerveja fizeram a fama e a mania das Public Houses entre a população da Inglaterra. Cada qual com suas características e decoração distinta, as mais variadas cervejas e um público específico, em sua maioria, freqüentadores fiéis que não trocam seu Pub por motivo nenhum. Alguns apresentaram dificuldade em se adaptar aos tempos modernos, com sucessivas crises financeiras e o avanço de grandes mercados oferecendo a bebida favorita dos ingleses a preços incomparáveis com os praticados nos Pubs. Mas a maioria resiste, para a festa dos britânicos e a alegria dos turistas. Por isso, na próxima vez que entrar num legítimo Pub Londrino, observe muito e beba mais ainda. Mas beba à tradição e à história. É ela que trouxe e mantém viva a mania pelos Pubs de Londres. Um Brinde! Ou melhor, cheers!&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-414346840319169476?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/414346840319169476/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/07/londres-de-guy-ritchie-pre-madonna.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/414346840319169476'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/414346840319169476'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/07/londres-de-guy-ritchie-pre-madonna.html' title='A Londres de Guy Ritchie, pré Madonna'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TDN7yIv19iI/AAAAAAAAAFk/-4k80Jh5yl8/s72-c/snatch-ritchie-pitt.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-4517079913987268486</id><published>2010-07-05T17:43:00.005-03:00</published><updated>2010-07-06T15:59:52.272-03:00</updated><title type='text'>O Alasca na visão de Krakauer/Penn/McCandless</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TDJE8FEoGgI/AAAAAAAAAFM/UYsfQeoI0bA/s1600/into_the_wild_movie_poster.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5490526694662478338" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 217px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TDJE8FEoGgI/AAAAAAAAAFM/UYsfQeoI0bA/s320/into_the_wild_movie_poster.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Na Natureza Selvagem (Into the Wild)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;John Krakauer, o jornalista que escreveu o livro Na Natureza Selvagem, tem o dom de prender o leitor a cada parágrafo. Sua descrição, nem tão minuciosa a ponto de deixar a leitura monótona e nem tão simples a ponto de desconsiderar certas nuances, faz com que a emoção e o interesse cresçam constantemente a cada nova investida do personagem principal, País adentro. A história, por si só, já era assustadora. Com as palavras de Krakauer, a exemplo do que fizera em seu best seller No Ar Rarefeito, fica ainda mais impressionante, deixando o leitor com um frio na espinha em seu final trágico e inconseqüente. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Após a leitura, fica fácil entender porque Sean Penn comprou os direitos do livro e aguardou cerca de 10 anos para filmar a adaptação para o cinema. Penn queria a aprovação total da família McCandless para contar a história de seu filho, Chris McCandless, que sem muitas explicações, largou carro, dinheiro e documentos e foi viver a vida pelas estradas e cidades norte-americanas. Mesmo com formação superior, McCandless preferiu viver de bicos nas mais diversas áreas, sempre para acumular dinheiro suficiente apenas para a próxima aventura. Seu objetivo maior era viver no Alasca, sem pessoas por perto, em perfeita comunhão com a natureza. O que de fato se concretizou por um curto espaço de tempo, pouco antes de sua trágica aventura chegar ao fim. McCandless acreditava que era possível encontrar a felicidade plena sem a necessidade mesquinha do ser humano de consumir bens materiais, supérfluos ou não, e ainda de viver cercado de outras pessoas. Utopia ou não – o personagem chega a uma conclusão quase óbvia ao final, que podemos acompanhar através de seu diário de viagem – McCandless precisou vivenciar seu sonho para entender melhor a vida. Uma história, um livro e um filme belíssimos. Sean Penn consegue extrair de Emile Hirsch – o adolescente sortudo do filme Um Show de Vizinha – uma atuação incrível. Já no final da projeção, Emile estava 18 quilos mais magro, apresentando uma feição assustadora. Um verdadeiro trabalho de mestre. Sem falar na fotografia, tão perfeita quanto as verdadeiras locações por onde Chris passou. Na Natureza Selvagem é um filme memorável, que causa inveja, prazer e comoção. Em outras palavras, um baita nó na garganta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O filme foi rodado nas mesmas locações percorridas por Chris McCandless, incluindo o ônibus abandonado do final da história. Para ter uma pequena idéia da enorme viagem do rapaz, veja a lista de locações abaixo, de A a Z:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Anchorage,%20Alaska,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Anchorage,%20Alaska,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Anchorage, Alaska, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Anza-Borrego%20Desert%20State%20Park%20-%20200%20Palm%20Canyon%20Drive,%20Borrego%20Springs,%20California,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Anza-Borrego%20Desert%20State%20Park%20-%20200%20Palm%20Canyon%20Drive,%20Borrego%20Springs,%20California,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Anza-Borrego Desert State Park - 200 Palm Canyon Drive, Borrego Springs, California, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Astoria,%20Oregon,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Astoria,%20Oregon,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Astoria, Oregon, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Atlanta,%20Georgia,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Atlanta,%20Georgia,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Atlanta, Georgia, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Beaverton,%20Oregon,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Beaverton,%20Oregon,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Beaverton, Oregon, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Black%20Hills%20Wild%20Horse%20Sanctuary%20-%2012163%20Highland%20Road,%20Hot%20Springs,%20South%20Dakota,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Black%20Hills%20Wild%20Horse%20Sanctuary%20-%2012163%20Highland%20Road,%20Hot%20Springs,%20South%20Dakota,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Black Hills Wild Horse Sanctuary - 12163 Highland Road, Hot Springs, South Dakota, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Boulder%20City,%20Nevada,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Boulder%20City,%20Nevada,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Boulder City, Nevada, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Bullhead%20City,%20Arizona,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Bullhead%20City,%20Arizona,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Bullhead City, Arizona, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Cantwell,%20Alaska,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Cantwell,%20Alaska,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cantwell, Alaska, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Cape%20Disappointment,%20Washington,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Cape%20Disappointment,%20Washington,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cape Disappointment, Washington, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Carthage,%20South%20Dakota,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Carthage,%20South%20Dakota,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Carthage, South Dakota, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Cheyenne%20Studios%20-%2027567%20Fantastic%20Lane,%20Castaic,%20California,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Cheyenne%20Studios%20-%2027567%20Fantastic%20Lane,%20Castaic,%20California,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Cheyenne Studios - 27567 Fantastic Lane, Castaic, California, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Copper%20River,%20Alaska,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Copper%20River,%20Alaska,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Copper River, Alaska, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Denali%20National%20Park,%20Alaska,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Denali%20National%20Park,%20Alaska,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Denali National Park, Alaska, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=El%20Centro,%20California,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;El%20Centro,%20California,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;El Centro, California, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=El%20Golfo%20de%20Santa%20Clara,%20Sonora,%20Mexico&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;El%20Golfo%20de%20Santa%20Clara,%20Sonora,%20Mexico"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;El Golfo de Santa Clara, Sonora, Mexico&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Emory%20University%20-%20954%20Gatewood%20Road,%20Atlanta,%20Georgia,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Emory%20University%20-%20954%20Gatewood%20Road,%20Atlanta,%20Georgia,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Emory University - 954 Gatewood Road, Atlanta, Georgia, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Fairbanks,%20Alaska,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Fairbanks,%20Alaska,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fairbanks, Alaska, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=George%20Fox%20University%20-%20414%20N.%20Meridian%20Street,%20Newberg,%20Oregon,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;George%20Fox%20University%20-%20414%20N.%20Meridian%20Street,%20Newberg,%20Oregon,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;George Fox University - 414 N. Meridian Street, Newberg, Oregon, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Grand%20Canyon%20National%20Park,%20Arizona,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Grand%20Canyon%20National%20Park,%20Arizona,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Grand Canyon National Park, Arizona, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Healy,%20Alaska,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Healy,%20Alaska,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Healy, Alaska, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Hot%20Springs,%20South%20Dakota,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Hot%20Springs,%20South%20Dakota,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Hot Springs, South Dakota, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Lake%20Mead,%20Arizona,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Lake%20Mead,%20Arizona,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Lake Mead, Arizona, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Lake%20Tahoe,%20California,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Lake%20Tahoe,%20California,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Lake Tahoe, California, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Las%20Vegas,%20Nevada,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Las%20Vegas,%20Nevada,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Las Vegas, Nevada, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Laughlin,%20Nevada,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Laughlin,%20Nevada,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Laughlin, Nevada, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Lee%27s%20Ferry,%20Arizona,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Lee%27s%20Ferry,%20Arizona,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Lee's Ferry, Arizona, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Longview%20Fibre%20Company%20-%20300%20Fibre%20Way,%20Longview,%20Washington,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Longview%20Fibre%20Company%20-%20300%20Fibre%20Way,%20Longview,%20Washington,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Longview Fibre Company - 300 Fibre Way, Longview, Washington, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Los%20Algodones,%20Baja%20California,%20Mexico&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Los%20Algodones,%20Baja%20California,%20Mexico"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Los Algodones, Baja California, Mexico&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Los%20Angeles,%20California,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Los%20Angeles,%20California,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Los Angeles, California, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Mount%20Hood,%20Oregon,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Mount%20Hood,%20Oregon,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Mount Hood, Oregon, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Needles,%20California,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Needles,%20California,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Needles, California, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Niland,%20California,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Niland,%20California,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Niland, California, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Orick%20Beach,%20Washington,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Orick%20Beach,%20Washington,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Orick Beach, Washington, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Page,%20Arizona,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Page,%20Arizona,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Page, Arizona, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Palm%20Springs,%20California,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Palm%20Springs,%20California,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Palm Springs, California, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Parker,%20Arizona,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Parker,%20Arizona,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Parker, Arizona, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Peach%20Springs,%20Arizona,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Peach%20Springs,%20Arizona,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Peach Springs, Arizona, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Portland,%20Oregon,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Portland,%20Oregon,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Portland, Oregon, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Reed%20College%20-%203203%20SE%20Woodstock%20Boulevard,%20Portland,%20Oregon,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Reed%20College%20-%203203%20SE%20Woodstock%20Boulevard,%20Portland,%20Oregon,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Reed College - 3203 SE Woodstock Boulevard, Portland, Oregon, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Reno,%20Nevada,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Reno,%20Nevada,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Reno, Nevada, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Salton%20City,%20California,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Salton%20City,%20California,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Salton City, California, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Salton%20Sea,%20California,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Salton%20Sea,%20California,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Salton Sea, California, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Santa%20Catalina%20Island,%20Channel%20Islands,%20California,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Santa%20Catalina%20Island,%20Channel%20Islands,%20California,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Santa Catalina Island, Channel Islands, California, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Seattle,%20Washington,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Seattle,%20Washington,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Seattle, Washington, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Sisters,%20Oregon,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Sisters,%20Oregon,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Sisters, Oregon, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Slab%20City,%20California,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Slab%20City,%20California,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Slab City, California, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=South%20Dakota,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;South%20Dakota,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;South Dakota, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Topock,%20Arizona,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Topock,%20Arizona,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Topock, Arizona, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Winner,%20South%20Dakota,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Winner,%20South%20Dakota,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Winner, South Dakota, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/List?endings=on&amp;amp;&amp;amp;locations=Yuma,%20Arizona,%20USA&amp;amp;&amp;amp;heading=18;with+locations+including;Yuma,%20Arizona,%20USA"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Yuma, Arizona, USA&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;Penn filmou vários dias no Alasca, na maioria das vezes entre as cidades de Fairbanks e Anchorage, além de algumas outras áreas mais remotas, como a famosa – e perigosa – Stampede Trail, uma trilha aberta na década de 30 para facilitar a extração de minério da região. Nos anos 60, uma empresa de construção, a Yutan Construction, ganhou a licitação de um projeto que deveria melhorar a trilha que levava às minas, dando origem a Stampede Road. Alguns poucos quilômetros de estrada foram criados, mas nunca nenhuma ponte para atravessar os inúmeros rios que cruzam a estrada, foi construída. Abandonada após alguns anos, hoje ela serve apenas para aventureiros que a utilizam para passear de moto, bicicleta ou mesmo a pé, como no caso do jovem McCandless. Inclusive o ônibus abandonado (conhecido hoje como The Magic Bus) que o abrigou por vários dias continua lá, levando anualmente muitos curiosos a percorrer a trilha para conhecê-lo, funcionando quase como um santuário. Não é difícil chegar ao local, mas requer cerca de um dia de caminhadas. E atenção, algumas precauções devem ser tomadas. A melhor delas é entrar em contato com guias turísticos locais, que tem um domínio maior sobre as características da região. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Como chegar:&lt;/strong&gt; Partindo de Fairbanks, é preciso pegar a Interstate A-4, ou George Parks Highway, que conecta Fairbanks a Anchorage. Há cerca de 2 horas e 50 minutos de carro – ou 170 quilômetros aproximadamente – fica a entrada (a direita) para a Stampede Road, em oposição a entrada para o vilarejo de Lignite, que fica à esquerda. Será possível andar de carro por cerca de 20 km pela Stampede Road. A partir daí, é caminhada mesmo, por mais uns 10 quilômetros;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Melhor época para conhecer:&lt;/strong&gt; meses de julho e agosto, verão, quando as águas dos rios ainda estão baixas, principalmente do rio Teklanika, aquele que atrapalhou os planos de retorno de Chris McCandless. Provavelmente você não encontrará uma correnteza igual àquela mostrada no filme, mas mesmo assim, o Teklanika ainda pode ser um rio bastante perigoso;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Onde ficar:&lt;/strong&gt; se não quiser ficar numa cidade grande, como Fairbanks ou Anchorage – o que é mais indicado – a região do Denali National Park e do município de Healy é bem servida por pousadas e hotéis;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Onde se informar:&lt;/strong&gt; importantíssimo, não tente seguir a trilha sem as devidas precauções. Você vai encontrar todas as informações necessárias na entrada do Denali National Park. Além dos procedimentos corretos para seguir a trilha, os guias provavelmente tentarão tirar a idéia de conhecer a trilha da sua cabeça. Não pelo perigo, mas segundo eles, porque existem trilhas muito mais bonitas no parque – e fora dele – para se conhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OK senhores guias, acreditamos que elas realmente são mais bonitas. Mas em que outra trilha encontraríamos os passos de Sean Penn, Emile Hirsch e do prórpio Chris McCandless?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, tem outro detalhe: a região é habitada por ursos, ok?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Making off&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Nenhum dublê foi usado nas cenas de Emile Hirsch em Na Natureza Selvagem;&lt;br /&gt;- Foram necessárias 4 viagens ao Alasca, em diferentes épocas do ano, para a gravação de cenas, ainda assim, o orçamento de Na Natureza Selvagem foi de apenas US$ 15 milhões;&lt;br /&gt;- A &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="Banda sonora" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Banda_sonora"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;trilha sonora&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; do filme ficou a cargo de &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="Michael Brook (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Michael_Brook&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Michael Brook&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="Kaki King (página não existe)" href="http://pt.wikipedia.org/w/index.php?title=Kaki_King&amp;amp;action=edit&amp;amp;redlink=1"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Kaki King&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; e &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="Eddie Vedder" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Eddie_Vedder"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Eddie Vedder&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; (vocalista do &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a title="Pearl Jam" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pearl_Jam"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Pearl Jam&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;). Esse trabalho de Eddie Vedder foi seu primeiro álbum solo e obteve nomeação para vários prêmios nas categorias de melhor canção e melhor trilha sonora;&lt;br /&gt;- Concorreu a 2 Oscars, melhor ator coadjuvante e melhor trilha sonora;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-4517079913987268486?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/4517079913987268486/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/07/o-alasca-na-visao-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/4517079913987268486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/4517079913987268486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/07/o-alasca-na-visao-de.html' title='O Alasca na visão de Krakauer/Penn/McCandless'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TDJE8FEoGgI/AAAAAAAAAFM/UYsfQeoI0bA/s72-c/into_the_wild_movie_poster.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-3151602887203827176</id><published>2010-07-05T17:33:00.003-03:00</published><updated>2010-07-06T16:01:03.105-03:00</updated><title type='text'>A São Francisco de David Fincher</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TDJDCTuOB1I/AAAAAAAAAFE/9AmvufyoIcY/s1600/zodiac-p01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5490524602650986322" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 217px; CURSOR: hand; HEIGHT: 320px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TDJDCTuOB1I/AAAAAAAAAFE/9AmvufyoIcY/s320/zodiac-p01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Zodíaco (Zodiac)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;David Fincher, o diretor, veio dos videoclipes. Vogue, da popstar Madonna, foi o mais famoso deles, e que provavelmente abriu suas portas para o cinema. Mas essa transição não foi muito celebrada. Logo de início, Fincher se viu no meio de uma briga de gigantes ao assumir o comando de uma franquia conhecidíssima do público, os filmes de ficção da série Alien, iniciada por Ridley Scott e com uma seqüência ainda mais elaborada de James Cameron. Alien 3 deixou muitos fãs decepcionados, principalmente pela mudança de estilo visual e o próprio andamento da história. Fincher jogou no lixo tudo que Cameron havia criado no segundo episódio, e praticamente começou do zero o terceiro capítulo. No meu entendimento, funcionou muito bem. O primeiro filme era inovador e tinha um estilo limpo, com bastante suspense. No segundo, Cameron levou a franquia para o lado da diversão, construindo um filme de ação de cair o queixo. No terceiro, a ação ficou em segundo plano, e o suspense voltou com força total, mas desta vez com um ambiente sujo, num planeta-prisão, onde não existiam armas. É inovador, plasticamente bem construído e já denunciava o estilo que o diretor viria a desenvolver mais tarde, em Seven, Os Sete Crimes Capitais (Seven) e Clube da Luta (Fight Club). Mas talvez não era o estilo que os fãs da franquia queriam ver na tela, principalmente após o sucesso do segundo capítulo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O que veio depois, na carreira de Fincher, comprovou que o filme Alien 3, nas mãos de outro diretor, poderia ter sido uma catástrofe. O diretor tentou colocar o seu conceito na franquia, mas a intromissão do estúdio e produtores acabou por atrapalhar o resultado. Três anos mais tarde, e com muito mais liberdade criativa, Fincher lançou o filme que definiria o gênero policial dali em diante: Seven, Os Sete Crimes Capitais (Seven), com seu visual único, o suspense em escala ascendente e um final, ah o final, que deixou todos em transe, trouxe de volta a moral que Alien 3 usurpou. Depois vieram Vidas em Jogo (The Game), impressionante, porém pouco compreendido; Clube da Luta (Fight Club), o filme a frente de seu tempo; O Quarto do Pânico (Panic Room), mais comercial, porém ainda de bom tamanho; e por fim este Zodíaco (Zodiac), mais um filme sobre um serial killer, mas desta vez, um assassino real e que nunca chegou a ser capturado. Fincher, para desespero dos fãs, mudou totalmente o estilo que o consagrou e fez um filme muito mais lento do que de costume. Para alguns, demasiadamente longo e cansativo. Para outros, um magnífico trabalho de reconstituição de época e de fatos históricos, além de preservar o suspense mesmo quando se sabe o final da história. Fico com este último grupo. Mas sou suspeito porque sou fã de seus trabalhos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em Zodíaco, Fincher não quis mostrar corpos em decomposição ou uma investigação implacável capitaneada por detetives antagônicos, como aconteceu em Seven. Aqui, nossos olhos acompanham o repórter que recebeu a carta do assassino e tentou traduzi-la para a polícia. Não é um jogo de gato e rato, e sim um estudo minucioso da mente destes gatos, que sacrificaram suas vidas pessoais em busca deste assassino. Em certos momentos, a investigação torna-se um sacrifício incompreensível a um ser humano comum. Um trabalho que consumiu anos das vidas de todos os envolvidos, sem mesmo se chegar a uma conclusão satisfatória. E para retratar de forma convincente esta busca, o ritmo precisava ser mais lento, investigativo e documental. Não era uma busca cheia de ação, perseguições ou tiroteios. Era preciso muito mais calma aliada a altas doses de realismo para retratar este período. Exatamente o que se vê na tela.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fincher chegou a conclusão que era preciso largar o estereótipo de diretor de filmes com final surpreendentes, os quais podem ao mesmo tempo lançar a carreira de um diretor as alturas, assim como jogá-lo no inferno se não apresentar projetos cada vez mais ousados. Zodíaco foi uma ótima saída, e serviu para demontrar que talento, independete de estilo ou gênero de filme, não falta ao diretor. Um final surpresa e um ritmo ágil nem sempre são garantia de um bom filme, é só conferir as seqüências intermináveis – e cada vez mais absurdas – de filmes como Jogos Mortais (Saw), que segume a risca a cartilha do diretor, mas sem a sua genialidade. Por outro lado, David Fincher na direção, pelo que podemos acompanhar até agora, parece ser sempre uma boa aposta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As filmagens de Zodíaco em São Francisco duraram apenas 20 dias. Segundo o produtor Brad Fischer, a cidade é muito cara, e não seria viável e prático filmar tudo por lá. Até onde isto é uma verdade, não podemos saber, pois o filme anterior, Milk, foi rodado quase que inteiramente na cidade, também retratrando os anos 70 e 80, e ainda assim não ultrapassou a casa dos U$ 15 milhões. Zodíaco saiu por cerca de U$ 85 milhões. Mas, independente dessa diferença entre orçamentos, alguns pontos na cidade, representando os anos 70, podem ser identificados. É o caso do &lt;strong&gt;Red’s Java House&lt;/strong&gt;, no píer 30 do distrito de Embarcadero. Um ótimo lugar para comer um hambúrguer com fritas, a um preço acessível e com um visual incrível da Baía de São Francisco. Se preferir outra comida, do tipo italiana quem sabe, pode-se comer muito bem no &lt;strong&gt;Original Joe’s,&lt;/strong&gt; número 144 da Taylor Street, entre a Eddy Street &amp;amp; Turk Street. Este restaurante foi inaugurado em 1937 e fica na região de Tenderloin, conhecida por ser o local de moradia de muito imigrantes, operários, artistas e sem teto. Isso faz com que o aluguel de apartamentos, predominantemente pequenos e de apenas um quarto, seja bem acessível. Também por isso, será fácil encontrar comida barata na região, principalmente em restaurantes étnicos, como chineses, coreanos, tailandeses e italianos. Mas lembre-se, Tenderloin não é o que podemos chamar de um bairro turístico.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ainda na cidade, outro local utilizado nas filmagens foi a &lt;strong&gt;First Streeet&lt;/strong&gt;, entre a Howard e Mission Streets, na cena onde vemos o detetive Toschi e seu parceiro, sentados num carro quando recebem pelo rádio a notícia de que uma nova carta do Zodíaco, após 4 anos de silêncio, é entregue no jornal The Chronicle. Dali eles saem em disparada em direção ao jornal. Outro local onde a equipe passou, desta vez fora de São Francisco, foi o &lt;strong&gt;Lake Berryessa&lt;/strong&gt;, no condado de Napa, um lugar famoso pelo cultivo de uvas que posteriormente são transformadas em vinhos, muitos deles premiados mundo afora. Ali fica a hoje conhecida Zodiac Island, o local exato onde um casal foi atacado em 1969. A mulher não sobreviveu, mas o namorado, seriamente ferido, conseguiu sobreviver ao ataque. O que chama atenção neste ponto é o realismo que Fincher queria colocar no filme. De 1969 a 2007, quase todas as árvores que estavam lá morreram. A produção então, como se fosse algo muito simples, plantou 24 árvores no local, cada uma medindo cerca de 15 metros de altura e pesando quase 6 toneladas. Todas chegaram de helicóptero. Tudo pelo realismo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O &lt;strong&gt;Lake Berryessa&lt;/strong&gt; é conhecido por outra atração, bem mais inusitada que a Zodiac Island, se isso for possível. O lago foi formado pela represa Monticello, e no local podemos encontrar vários hotéis e resorts, além de inúmeros grupos de praticantes de esportes aquáticos. O que é tão fora do comum, no entanto, é que o lago possui um ralo. Um não. O maior ralo a céu aberto do mundo, que serve apenas para escoar a água do lago sem passar pelas turbinas, quando o nível deste está muito alto. É proibido – e altamente desaconselhável – nadar nesta região do lago. Então não se esqueça, quando estiver conhecendo os vinhedos do famoso Napa Valley, não deixe de conhecer o maior ralo do mundo. Parece piada, mas juro que não é.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Making off:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- O roteirista Shane Salerno teve a preferência de compra do livro de Robert Graysmith quando tinha apenas 19 anos. Durante anos ele e Graysmith desenvolveram o roteiro do filme, até que os direitos de adaptação foram negociados com a Touchstone Pictures. Mesmo após a venda, Salerno escreveu várias versões do roteiro, encomendadas por diversas administrações da Touchstone;&lt;br /&gt;- O orçamento de Zodíaco foi de US$ 85 milhões;&lt;br /&gt;- As logomarcas da Warner Bros. e Paramount que aparecem no início do filme são idênticas as usadas nos filmes de 1969;&lt;br /&gt;- O primeiro assassinato que Zodíaco cometeu não aparece no filme. O crime aconteceu no lago Herman.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-3151602887203827176?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/3151602887203827176/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/07/sao-francisco-soturna-e-perfeitamente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/3151602887203827176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/3151602887203827176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/07/sao-francisco-soturna-e-perfeitamente.html' title='A São Francisco de David Fincher'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TDJDCTuOB1I/AAAAAAAAAFE/9AmvufyoIcY/s72-c/zodiac-p01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-7118503324584101320</id><published>2010-07-05T17:29:00.002-03:00</published><updated>2010-07-05T17:33:55.456-03:00</updated><title type='text'>São Francisco do soberbo Milk, A Voz da Igualdade.</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TDJBqbC66QI/AAAAAAAAAE8/lSQ84mzFowQ/s1600/milk3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5490523092788373762" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TDJBqbC66QI/AAAAAAAAAE8/lSQ84mzFowQ/s320/milk3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Milk, A Voz da Igualdade (Milk)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Duas frases se destacam quando falamos sobre Milk (filme e personagem), ambas na voz de Sean Penn, seu protagonista. A primeira, ainda no filme, revela “Meu nome é Harvey Milk, e eu vim aqui para recrutar vocês”, dita pelo próprio Harvey Milk, em busca de militantes numa causa importante, o direito de igualdade a todos os homens, independente da cor, raça ou preferência sexual. A frase ficou gravada como marca registrada do ativista, interpretado por um Sean Penn inspiradíssimo, bem lonje da época em que era conhecido como ex-marido da Madonna. Aliás, seus últimos filmes como ator tem lhe proporcionado atuações incríveis, é só conferir filmes como Sobre Meninos e Lobos (Mystic River), de Clint Eastwood, A Grande Ilusão (All the King’s Men), onde interpreta outro homem público, e neste Milk, coroando seu trabalho com um Oscar de melhor ator em 2009. Seu amadurecimento, no entanto, não foi só na frente das câmeras. Em 2007, Sean Penn dirigiu um filme chamado Na Natureza Selvagem (Into the Wild), inspirado em um livro de mesmo nome, um Best-seller do mesmo autor de No Ar Rarefeito, John Krakauer. O filme conta a vida do adolescente Christopher McCandless, que após terminar a faculdade, se livrou de tudo o que possuia, inclusive documentos, e foi viajar pelo mundo. Penn esperou cerca de 10 anos para poder dirigir o filme, após conseguir a aprovação total da família do adolescente. O resultado é um filme maravilhoso, na história, na fotografia e nas interpretações, principalmente de Emile Hirsch, que chegou a emagrecer 18 quilos na fase final do personagem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em Milk, a atuação de Penn beira o realismo, que aliás é o tom que predomina no filme. Feito em estilo semi-documental, o filme insere imagens reais da época, além de alternar ângulos e tipos de película (envelhecida, estilo super 8), permitindo que tudo se pareça muito real. Inclusive as interpretações, não só de Penn, como também de Emile Hirsch, praticamente irreconhecível, Josh Brolin, o irmão mais velho de Os Goonies (The Goonies) e James Franco, o filho do Duende Verde em O Homem Aranha (Spider Man). Todos entregam atuações absolutamente humanas, intimistas e extremamente realistas. O filme merecia o Oscar de melhor diretor e melhor filme, pois é uma bela obra, feita para emocionar, sem se apoiar em clichês ou pieguices típicas do gênero. Algumas cenas íntimas entre os casais homossexuais podem chocar os menos avisados, mas são necessárias para dar a vitalidade e verossimilhança ao filme. Caso contrário, não entenderíamos tanta militância, tanta luta em prol de uma simples atitude: direitos iguais a todos os homens. Um belo tributo a um homem que, aos 40 anos, achava que não tinha feito nada que pudesse se orgulhar. Mudou-se de cidade e, conforme ele mesmo previu, não chegou aos 50 anos. Mas o que fez nestes 10 últimos anos deixou orgulhosos milhões de pessoas ao redor do mundo, e não só homossexuais, de quem defendia os direitos. Seus gestos e ações ecoam ainda hoje.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O que nos leva à segunda frase, dita também por Sean Penn, mas desta vez fora do filme, no exato momento em que recebeu o Oscar de melhor ator por seu trabalho em Milk. Penn disse: “Aos que votaram contra o casamento gay, envergonhem-se”. A frase se refere ao momento em que a cidade de São Francisco estava passando na época do lançamento do filme, onde uma nova lei estava para ser aprovada, impedindo que casais do mesmo sexo tivessem uma união protegida por lei. Esta prática era permitida até então, e diante deste fato, podemos ver que a realidade vivida por Milk nos anos 70 e 80, não é tão diferente do que estamos presenciando hoje. Harvey Milk morreu como um mártir de uma luta em favor das minorias. Mas sua presença hoje parece se fazer mais necessária do que nunca. É a constante hiprocrisia que parece fazer parte da epiderme do ser humano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Milk, A Voz da Igualdade não é só um excelente retrato de uma época de militância gay que veio garantir muitos dos direitos dos homossexuais no País inteiro, mas conta também uma parte importante da história da cidade de São Francisco. Podemos claramente acompanhar a formação da comunidade gay na cidade, que ocupou de forma intensa e sistêmica a &lt;strong&gt;Castro Street&lt;/strong&gt;. E é nesta rua, complementada pela &lt;strong&gt;Market Street&lt;/strong&gt;, que acontece a maioria das passeatas e protestos, inclusive a emocionante passeata final, com milhares de pessoas marchando com velas acesas nas mãos. O apartamento de Milk – verdadeiro e no filme – ficava na &lt;strong&gt;Lower Haigh Street&lt;/strong&gt;, e de seu oponente Dan White ficava no Excelsior District. Ainda podemos ver no filme o prédio da prefeitura da cidade, a &lt;strong&gt;City Hall&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;na 1 Dr. Carlton B. Goodlett Place&lt;/strong&gt;, que aparece num discurso que Milk dá para milhares de ativistas, além do &lt;strong&gt;Federal Building&lt;/strong&gt;, número 55 UN Plaza. Neste prédio, foram feitas algumas internas para representar a City Hall e também as salas de reunião dos membros do conselho municipal, do qual Harvey foi eleito. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um parque que podemos ver no filme, e que vale uma visita por nos brindar com uma belíssima vista da cidade, é o &lt;strong&gt;Duboce Park&lt;/strong&gt;, na região de Duboce Triangle e Lower Haighs. Na extremidade oeste do parque fica o &lt;strong&gt;Harvey Milk Recreational Arts Building&lt;/strong&gt;, número 50 da Scott Street, centro que mantém aulas de música e danças, exposições fotográficas e demais demostrações artísticas. Um ótimo local para rever partes da história deste nobre homem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E sim, como qualquer filme ambientado na cidade de São Francisco, a ponte mais famosa do mundo está lá. A &lt;strong&gt;Golden Gate&lt;/strong&gt; figura várias vezes na história, inclusive com imagens da década de 70.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Making off:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Ganhou 2 Oscars, nas categorias de Melhor Ator (Sean Penn) e Melhor Roteiro Original. Foi ainda indicado nas categorias de Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Ator Coadjuvante (Josh Brolin), Melhor Edição, Melhor Figurino e Melhor Trilha Sonora;&lt;br /&gt;- A transformação sofrida por Sean Penn para interpretar Harvey Milk incluiu o uso de dentes e nariz protéticos, lentes de contato e um novo visual de cabelo;&lt;br /&gt;- O apartamento usado para as filmagens foi o local onde Harvey Milk viveu em San Francisco;&lt;br /&gt;- O orçamento de Milk - A Voz da Igualdade foi de US$ 15 milhões;&lt;br /&gt;- Por 15 anos o diretor Gus Van Sant tentou realizar a cinebiografia de Harvey Milk. Ao longo deste período vários atores estiveram cotados para o personagem principal, como Robin Williams, Richard Gere, Daniel Day-Lewis e James Woods.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-7118503324584101320?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/7118503324584101320/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/07/sao-francisco-do-soberbo-milk-voz-da.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/7118503324584101320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/7118503324584101320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/07/sao-francisco-do-soberbo-milk-voz-da.html' title='São Francisco do soberbo Milk, A Voz da Igualdade.'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TDJBqbC66QI/AAAAAAAAAE8/lSQ84mzFowQ/s72-c/milk3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-1457450761961762229</id><published>2010-07-05T17:22:00.002-03:00</published><updated>2010-07-05T17:28:46.690-03:00</updated><title type='text'>Parada rápida 2 - Great Falls – Montana</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TDJAc8Qw6oI/AAAAAAAAAE0/DsJFjy5xKj0/s1600/hardy1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5490521761675012738" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 202px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TDJAc8Qw6oI/AAAAAAAAAE0/DsJFjy5xKj0/s320/hardy1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mais uma locação de encher os olhos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vamos subir apenas um Estado no mapa americano, saído do Wyoming, e entrar em Montana. Mais uma vez estaremos presenciando um cenário espetacular, de um filme de igual intensidade. Uma paisagem natural belíssima, entrecortada por montanhas rochosas e emoldurada por uma linda ponte de metal, típica do interior do País. É a Hardy Bridge, que cruza o Missouri River, ao sul de Great Falls. No filme, ela serviu para delimitar a fronteira entre EUA e Canadá. Mas apesar de ficar bem próxima a fronteira, não será possível chegar no Canadá apenas cruzando a mesma. Precisaríamos subir a estrada alguns quilômetros acima. Mas isso não diminui o impacto da imagem. A paisagem emoldurada pelas pastagens, pelas colinas rochosas e pela ponte de metal é ímpar, digna de um cartão postal. E a cena que lá ocorre também é maravilhosa, com toques de western num filme de gângsters. Uma obra prima criada pelo homem, de mãos dadas com a perfeição da natureza.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-1457450761961762229?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/1457450761961762229/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/07/parada-rapida-2-great-falls-montana.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/1457450761961762229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/1457450761961762229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/07/parada-rapida-2-great-falls-montana.html' title='Parada rápida 2 - Great Falls – Montana'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TDJAc8Qw6oI/AAAAAAAAAE0/DsJFjy5xKj0/s72-c/hardy1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-5438359805902333079</id><published>2010-07-05T17:16:00.002-03:00</published><updated>2010-07-05T17:21:58.677-03:00</updated><title type='text'>Parada rápida - Moorcroft – Wyoming</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TDI-xxVc-VI/AAAAAAAAAEs/F3_yCX0ivEU/s1600/30_527_351_devils_tower_crop.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5490519920495884626" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 213px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TDI-xxVc-VI/AAAAAAAAAEs/F3_yCX0ivEU/s320/30_527_351_devils_tower_crop.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Por que parar no Wyoming?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Bom, olhe a foto ao lado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ainda não se ligou? &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Que tal Steven Spielberg, Richard Dreyfuss e François Truffaut reunidos numa das melhores ficções-científicas já realizadas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Contatos Imediatos do 3º Grau&lt;/strong&gt;, um dos primeiros sucessos de Steven Spielberg, tem no Wyoming o local que serviu de cenário natural para a produção. Quase como um coadjuvante, esta gigantesca colina é hoje, graças ao filme de Spielberg, um ponto turístico muito famoso do Estado. A localização não é exatamente na cidade de Moorcroft, mas ela é o ponto de partida para a visitação. A partir desta cidade, deve-se pegar a estrada I-90, sentido nordeste, em direção ao Black Hills National Forrest. Nas proximidades do parque já será possível avistar a incrível Devil’s Tower, a colina que permeia a mente de Richard Dreyfuss durante todo o filme. O local virou o ponto turístico mais visitado do parque, que é aberto à visitação de abril a outubro. Impossível não se emocionar ao ficar de frente com este ícone, que é também o primeiro monumento nacional do País, oficializado em 1906 pelo presidente Theodoro Roosvelt. Um passeio incrível.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-5438359805902333079?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/5438359805902333079/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/07/parada-rapida-moorcroft-wyoming.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/5438359805902333079'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/5438359805902333079'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/07/parada-rapida-moorcroft-wyoming.html' title='Parada rápida - Moorcroft – Wyoming'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TDI-xxVc-VI/AAAAAAAAAEs/F3_yCX0ivEU/s72-c/30_527_351_devils_tower_crop.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-4029607450593407279</id><published>2010-06-25T09:51:00.002-03:00</published><updated>2010-06-25T10:01:07.128-03:00</updated><title type='text'>Doce Novembro - São Francisco no romance de Keanu Reeves e Sharlize Theron</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCSojuJmbZI/AAAAAAAAAEA/_5PWdQW8HiE/s1600/docenovembro06422013574pc9.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486695577681292690" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 184px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCSojuJmbZI/AAAAAAAAAEA/_5PWdQW8HiE/s320/docenovembro06422013574pc9.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Doce Novembro (Sweet November)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Filmes classificados como romance dificilmente conseguem arrancar elogios da crítica. Normalmente recebem uma classificação mediana, sem elogios em excesso ou críticas comprometedoras. Ganham uma nota 6, ou 5, dependendo do humor do crítico. E o que isso signfica? Basicamente nada. O principal motivo para este posicionamento talvez seja o excesso de clichês e a tendência para o drama forçado que muitos romances demonstram. Tais filmes envolvem, em sua maioria, romances proibidos, amantes que são separados pelo destino, doentes terminais tentando aproveitar seus últimos suspiros ou ainda protagonistas que se odeiam no início só para descobrir, já no final, que sempre se amavam. Ou seja, inverossímel e previsível. Ou, em palavras mais objetivas, totalmente diferentes da vida real, imprevisível e extremamente normal. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ora, sem discriminar os filmes carregados em tintas realistas, bastante comuns hoje em dia, de vida real já basta a nossa. Então, jogue o preconceito no lixo, ponha a caixinha de lenços de papel debaixo dos braços e aproveite essas histórias carregadas de sentimentalismo, feitas para se apaixonar, rir e chorar. Assista Doce Novembro como se tivesse acabado de se apaixonar. Aliás, essa é a melhor dica que posso dar quando estiver assistindo um filme de romance. Imagine-se nos primeiros dias de namoro, nos primeiros beijos, na palpitação a cada encontro e nos telefonemas longos e sem assunto. Após esta pequena fase, se o relacionamento durar, encontramos o verdadeiro amor. Mas este amor, se não for devidamente cultivado e vivido com paixão, pode acabar. Pode parecer simples, didático até, mas a dinâmica é mais ou menos essa. E quando paramos para analisar, não entendemos o que é essa paixão, esse romance, essas situações clichê que tanto vemos no cinema. Preferimos então filmes com tons realistas e histórias pautadas no verossímil. Pare, pense e reflita. Será melhor para entender Doce Novembro e outros tantos romances hollywoodianos. Será melhor para sua vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sem entregar a história do filme, basta dizer que Doce Novembro é um típico romance, com uma (ou várias) daquelas características mencionadas anteriormente. Não foge do clichê, mas também não tem pretensões maiores se não entreter e fazer emocionar. Tem boas doses de seriedade, paixão e drama. Poderia provocar um pouco mais de risadas, que sempre nos aproxima mais dos personagens, mas tem o tom certo para a história que conta. Keanu Reeves é sempre Keanu Reeves. Charlize Theron ilumina cada cena, e os coadjuvantes entram na hora certa. Entre eles, Jason Isaacs, o vilão de O Patriota (The Patriot), com Mel Gibson, num papel diferente, por assim dizer. A história é simples, sem novidades, mas o final traz um pouco do realismo que muitos críticos gostam. Um bom programa para extrair aquela paixão que existe dentro de cada um, e tirar da rotina a vida de todos nós. Pelo menos por algumas horas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Algumas locações de Doce Novembro merecem destaque, entre elas, o parque onde vemos o casal caminhando, acompanhando os trilhos de um bondinho, supostamente perto da casa de Sara. Trata-se do &lt;strong&gt;Dolores Park&lt;/strong&gt;, ou &lt;strong&gt;Mission Dolores Park&lt;/strong&gt;, ou ainda Mission Park. Fica no Distrito de Mission, numa região conhecida como &lt;strong&gt;Dolores Heights&lt;/strong&gt;. Portanto, bem longe da casa de Sara, que fica em &lt;strong&gt;Potrero Hill&lt;/strong&gt;, na esquina da &lt;strong&gt;Missouri Street com a 18th Street&lt;/strong&gt;. Tem uma vista belíssima da cidade, local para caminhadas, quadras de esportes e locais para passear com cachorros. Por isso, é bastante frequentado por moradores da cidade, e não é muito conhecido por turistas. A passarela que liga a rua ao parque, e que vemos na cena final do filme, fica na esquina da 19th Street com a Church Street. Mas a estufa que vemos de fundo não existe por lá. Ela foi construida para o filme apenas para esconder uma estátuta que existe por lá. Deve ser uma estátua um tanto esquisita...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Que tal um café onde a dupla central da história, mais o moleque vizinho de Sara, dividem uma mesa quando o amigo de Nelson entra e os encontra sem querer? É o &lt;strong&gt;Farley’s Café&lt;/strong&gt;, número 1315 da 18th Street, também em Potrero Hill. Se preferir um lugar mais chique, opte pelo &lt;strong&gt;Citicourt Café&lt;/strong&gt;, dentro do &lt;strong&gt;Citicourt Center&lt;/strong&gt;, número 1 da Sansome Street, bem no centro da cidade. E se sair para um drik, aproveite para tomar uma cervejinha no &lt;strong&gt;Blooms Saloon&lt;/strong&gt;, número 1318 da 18th Street, local onde Nelson conversa com o amigo de Sara, após um incidente revelador, e também onde vemos Nelson cantando para Sara, mais para o final do filme. Um último passeio pelos sets de filmagem de Doce Novembro é uma caminhada pela &lt;strong&gt;Golden Gate Promenade e a Crissy Field Beach&lt;/strong&gt;, na região de Presidio, com a impressionante ponte de fundo, sempre compondo um visual único. No filme, este lugar foi usado para filmar a caminhada da dupla, bem acompanhados por cerca de meia dúzia de enormes poodles brancos. Esqueça os poodles e aproveite o visual.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Making off:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Esta é a segunda vez em que os atores Keanu Reeves e Charlize Theron atuam juntos. Anteriormente eles já haviam trabalhado em &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.adorocinema.com/advogado-do-diabo/"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O Advogado do Diabo&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;;&lt;br /&gt;- Doce Novembro é a refilmagem de Por Toda a Minha Vida, lançado em 1968;&lt;br /&gt;- Recebeu 3 indicações ao Framboesa de Ouro, nas seguintes categorias: Pior Ator (Keanu Reeves), Pior Atriz (Charlize Theron) e Pior Remake ou Sequência.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-4029607450593407279?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/4029607450593407279/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/doce-novembro-sao-francisco-no-romance.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/4029607450593407279'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/4029607450593407279'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/doce-novembro-sao-francisco-no-romance.html' title='Doce Novembro - São Francisco no romance de Keanu Reeves e Sharlize Theron'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCSojuJmbZI/AAAAAAAAAEA/_5PWdQW8HiE/s72-c/docenovembro06422013574pc9.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-8125196210243973299</id><published>2010-06-25T09:47:00.002-03:00</published><updated>2010-06-25T09:51:29.647-03:00</updated><title type='text'>A Florida de Jim Carrey - O Show de Truman</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCSmSMcvIQI/AAAAAAAAAD4/HHyAfouoj9Y/s1600/trumanseaside1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486693077553717506" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCSmSMcvIQI/AAAAAAAAAD4/HHyAfouoj9Y/s320/trumanseaside1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;O Show de Truman, O Show da Vida&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O Show de Truman não é um filme, é uma previsão. Juntamente com EdTV, de Ron Howard, constitui a bola de cristal mais precisa já vista. Explico. Os dois filmes em questão falam de um fenômeno absurdo que ocorre nas mídias televisivas de todo mundo. E se existir vida fora da Terra, e lá funcionar um canal de TV, o programa de maior audiência será um reality show. O Show de Truman leva este fenômeno ao extremo, onde a vida inteira de Truman Burbank, desde seu nascimento, é televisionada 24 horas por dia. E ele não sabe. Todos ao seu redor são extras, inclusive sua esposa. A cidade onde mora é na verdade um estúdio que é abrigado sob uma gigante redoma que pode ser vista do espaço. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Exageros a parte, o intrigante filme de Peter Weir relata de uma forma incrível a necessidade da humanidade em se meter na vida dos outros. Foi lançado em 1998, quando os reality shows ainda não estavam tão em voga quanto hoje, por isso, dividiu opiniões. A crítica adorou e o público não entendeu muito bem, reclamando do final. Se estivesse nos cinemas hoje, e não disputasse o horário com um episódio do Big Brother, faria muito mais barulho.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O mais incrível é que, excetuando-se algumas “maquiagens” feitas com computação gráfica, a cidade onde Truman morava realmente existe. O lugar se chama &lt;strong&gt;Seaside&lt;/strong&gt;, e fica a alguns quilometros de &lt;strong&gt;Panama City&lt;/strong&gt;, em direção a &lt;strong&gt;Fort Walton Beach&lt;/strong&gt;, bem no &lt;strong&gt;lado oeste da Florida&lt;/strong&gt;. Um pouco fora de mão do roteiro Miami e Orlando, mas a visita é espetacular. O lugar é um resort planejado, e as casas que aparecem no filme estão todas lá. Inclusive a casa de Truman, hoje carinhosamente identificada como “The Truman house”, número 31 da Natchez Street, Seaside, bem a oeste da cidade, perto do Narchez Park. Ainda estão lá as ruas de piso avermelhado e a rotatória que podemos ver numa cena antológica envolvendo a desconfiança de Truman com sua vida “perfeita”. E só para tranquilizar, a cidade não é um estúdio inteiramente construido sob uma redoma gigantesca. É um lugar que se tornou mágico graças ao cinema. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-8125196210243973299?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/8125196210243973299/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/florida-de-jim-carrey-o-show-de-truman.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/8125196210243973299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/8125196210243973299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/florida-de-jim-carrey-o-show-de-truman.html' title='A Florida de Jim Carrey - O Show de Truman'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCSmSMcvIQI/AAAAAAAAAD4/HHyAfouoj9Y/s72-c/trumanseaside1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-1094782356070834533</id><published>2010-06-25T09:40:00.002-03:00</published><updated>2010-06-25T09:47:48.368-03:00</updated><title type='text'>Adriannnn - A Filadélfia de Rocky, um Lutador</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCSlZ-6RoOI/AAAAAAAAADw/JDwy8lElPps/s1600/rockybalboa5.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486692111846842594" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCSlZ-6RoOI/AAAAAAAAADw/JDwy8lElPps/s320/rockybalboa5.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Rocky, um Lutador (Rocky)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vendo Sylvester Stallone hoje, procurando por sets na America do Sul para um filme previamente intitulado de Os Mercenários (!), co-estrelado por Dolph Lundgreen(!), fica difícil de imaginar que o roteiro de Rocky é de sua autoria. E escrito em apenas 3 dias. E ainda, que o filme ganhou 3 Oscars. Aliás, Oscar e Stallone não soam muito bem numa mesma sentença. Mas foi exatamente isto que aconteceu. Stallone escreveu e atuou neste filme que arrematou 3 Oscars, nas categorias de melhor filme, direção e edição. Ganhando inclusive de Taxi Driver, de Martin Scorsese. Como visto, não é de hoje que a Academia teima em surpreender nas premiações. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas Rocky, um Lutador é um bom filme. Um drama que tem como pano de fundo o boxe. Uma verdadeira epopéia sobre a superação, a persistência e o amor. Difícil não se comover com os gritos de Stallone ao final, chamando por sua esposa Adrian, vivida por Talia Shire, irmã de Francis Ford Coppola. O diretor, o mesmo de Karate Kid, outro filme envolvendo superação e persistência, caprichou na emoção, e Stallone, quem diria, parece ter nascido para dar vida a Rocky Balboa. Ele quase perdeu o papel, pois o estúdio não o queria como protagonista. Mas ele bateu o pé, e acabou enfiando o mesmo numa série que viria a marcar sua carreira. O filme teve 5 continuações, quase todas medíocres, com excessão da última, Rocky Balboa, a redenção de Stallone. Este último filme colocou na tela não mais um Rocky Balboa em busca de uma última luta, e sim um Sylvester Stallone em busca de aceitação pelo que ele é, e pelo que fez. Fechou de uma maneira sublime a carreira de Rocky Balboa, e teria fechado com chave de ouro a sua, se tivesse parado por aí. Infelizmente, perdeu a oportunidade de se tornar um ícone. Ao invés disso, continuou na luta, literalmente, dessa vez revivendo o museu da guerra fria, Rambo. O ator não entendeu o recado, e ao invés de parar, levou essa história de trazer fantasmas do passado a tona muito seriamente. Rambo não tem o conteúdo e a história de um Rocky Balboa, personagem e filme, o que acabou tornando o quarto episódio uma bobagem homérica, cheia de violência e, bem, mais violência. Bobagem tão grande quanto procurar sets na America do Sul para um filme de nome Os Mercenários, em parceria com Dolph Lundgren. Essa sentença, infelizmente, combina mais com Stallone.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Enquanto aguardamos o astro se afundar de uma vez em seu final de carreira, vamos reviver os passos do lutador de boxe pobretão em busca de seu sonho. E a primeira parada não poderia ser outra, as escadarias do &lt;strong&gt;Philadelphia Museum of Art, 26th Street, Benjamin Franklin Parkway&lt;/strong&gt;. Aqui fica claro, a força extraordinária que o cinema tem. Se um filme vira um sucesso, e neste caso, praticamente um clássico, as locações onde este filme foi feito viram pontos turísticos conhecidos e visitados frequentemente. É o caso destes simpels degraus, responsáveis por conduzir o visitante às portas do museu, mas que ficaram incrivelmente mais famosos que o próprio museu. Hoje, quando estamos na Filadélfia, não vamos visitar o Museu de Arte da cidade, e sim as escadarias onde Sylvester “Rocky Balboa” Stallone treinava. Uma vez por lá, claro, por que não entrar e ver umas obras de arte? Até porque, ali dentro foram filmadas cenas de Vestida para Matar (Dressed to Kill), de Brian de Palma. Neste filme, o Philadelphia Museum of Art foi escolhido para representar o Metropolitan Museum of art de Nova York, onde a história é ambientada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O prédio onde fica o apartamento de Rocky, simples e bem ao estilo londrino, fica no número &lt;strong&gt;1818 East Tusculum Street, Kensington&lt;/strong&gt;, no norte da cidade. Novamente, é uma residência particular, leia-se: não perturbe. No seu treino, Rocky corre bastante, passando em frente a City Hall (prefeitura) na 1 Penn Square, 1450 da John F. Kennedy Boulevard, e o &lt;strong&gt;Italian Market&lt;/strong&gt;, na 9th Street, entre a Federal e a Christian Street. Neste mercado podemos encontrar lojas, padarias, restaurantes, cafés, açougues, em sua maioria, de influência Italiana. Nos últimos anos, o mercado tem comportado também lojas e restaurantes de origem Mexicana, Coreana e Chinesa, devido a invasão desta cultura na região através de seus moradores. Continua sendo um bom passeio, principalmente se coincindir com o Italian Market Festival, que ocorre anualmente em meados de maio. Música, diversão e muita comida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E para terminar em grande estilo (talvez nem tão grande assim), que tal um almoço no &lt;strong&gt;Pat’s King of Steaks&lt;/strong&gt;, número 1237 da East Passyunk Avenue. Segundo os moradores, desde 1930 este restaurante serve o melhor cheese steak da cidade. Na verdade, esta comida é praticamente uma instituição na Filadélfia, e cada morador tem seu local preferido. O que é um cheese steak? Nada mais que um sanduíche de filé, normalmente em pão italiano, coberto de queijo. As variações e os acompanhamentos é que irão definir os melhores locais. No Pat’s King of Steaks, existe uma placa indicativa de como pedir o seu cheese steak, escrita por um tal de I.M. Hungry (ou, em bom português, Estou com Fome). A placa é na verdade um roteiro, descrito na forma de passos, que seguem mais ou menos assim: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;Passo 1&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Especifique se você quer o seu prato com ou sem cebolas&lt;br /&gt;(se não for um novato, esta etapa é natural para você)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Passo 2&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Especifique o tipo de queijo, conforme a relação&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Passo 3&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Tenha em mãos seu dinheiro, se necessário, faça sua vaquinha ainda na fila&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Passo 4&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pratique os passos anteriores enquanto está na fila&lt;br /&gt;Se você errar no pedido, não entre em pânico, apenas vá para o final da fila e pratique tudo novamente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;Making off:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;- Stallone recebeu 8 indicações ao Framboesa de Ouro de Pior Roteiro, por "Rhinestone - Um Brilho na Noite" (1984), "Rocky IV" (1985), "Rambo II" (1985), "Stallone Cobra" (1986), "Rambo III" (1988), "Rocky V" (1990), "Risco Total" (1993) e "Alta Velocidade" (2001). Venceu por "Rambo II", ao mesmo tempo em que foi o 3º a ser indicado como ator e roteirista em um mesmo ano do Oscar. Apenas Charles Chaplin, por "O Grande Ditador", e Orson Welles, por "Cidadão Kane", haviam conseguido este feito. Vai entender...&lt;br /&gt;- Ao término do filme, Rocky, Um Lutador custou no total US$ 1,1 milhão. Dinheiro arrecadado com a hipoteca das casas dos produtores. A bilheteria do filme, apenas nos Estados Unidos, foi de US$ 117,23 milhões;&lt;br /&gt;- o cachorro que aparece no filme, Butkus, realmente pertencia a Stallone na época.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-1094782356070834533?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/1094782356070834533/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/adriannnn-filadelfia-de-rocky-um.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/1094782356070834533'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/1094782356070834533'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/adriannnn-filadelfia-de-rocky-um.html' title='Adriannnn - A Filadélfia de Rocky, um Lutador'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCSlZ-6RoOI/AAAAAAAAADw/JDwy8lElPps/s72-c/rockybalboa5.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-8050915685411213019</id><published>2010-06-24T11:39:00.004-03:00</published><updated>2010-06-24T11:49:04.248-03:00</updated><title type='text'>A Londres séria e marcante de Closer, Perto Demais</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCNvVbb20AI/AAAAAAAAADo/MzAmu2u13EE/s1600/closer.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486351184999927810" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 165px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCNvVbb20AI/AAAAAAAAADo/MzAmu2u13EE/s320/closer.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Closer, Perto Demais (Closer)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Com um currículo tão eclético quanto respeitável, incluindo obras memoráveis como A Primeira Noite de Um Homem (The Graduate) e Uma Secretária de Futuro (Working Girl), e outras nem tanto, como o esquisito Lobo (Wolf), com Jack Nicholson, e o mediano A Gaiola das Loucas (The Birdcage), Nichols fez de Closer, Perto Demais, um de seus melhores filmes. Se não o melhor, pelo menos o mais intimista, graças principalmente ao incrível roteiro de Patrick Marber, também autor da peça na qual o filme é inspirado. O enredo, que gira em torno de apenas quatro personagens, flerta com assuntos sérios com um charme nunca antes visto. Intimidade, infidelidade, honestidade, verdades e mentiras se misturam a interpretações magistrais de um quarteto afinadíssimo. Julia Roberts, Jude Law, Clive Owen e especialmente Natalie Portman dão um show de realismo e siceridade, que em certos momentos, deixa o espectador envergonhado diante de situações bastante íntimas exploradas a exaustão pelas lentes de Nichols. Em certos momentos, torcemos por um grito de “corta” do diretor. Ao invés disso, a cena é estendida ao máximo, apenas para desnudar os sentimentos de cada personagem. É adulto, sério e emocionante. E de brinde, o filme ainda traz uma trilha sonora impecável – tão eclética quanto o currículo do diretor – que inclui canções da brasileiríssima Bebel Gilberto. No entanto, o disco é dominado pela música que não saiu da boca do povo ao redor do mundo, a melancólica “The Blower's Daughter”, de Damien Rice, regravada em várias línguas, inclusive o português, com as vozes de Ana Carolina, Seu Jorge e Simone, intitulada “É isso aí”. Piegas ao extremo, mas na medida para as histórias contadas na tela.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Closer nasceu nos palcos da Inglaterra, e nada mais justo que, ao transpor essa difícil história sobre relacionamentos modernos para a tela grande, fosse mantida a atmosfera londrina, sóbria e muitas vezes fria, como palco para o desenvolvimento da trama. Londres e Closer são indissociáveis. Estão lá a frieza e a assepsia do &lt;strong&gt;London Aquarium&lt;/strong&gt; (piso térreo da County Hall, Westminster Bridge Road, próximo a London Eye) e a efervescência cultural e turística das &lt;strong&gt;Margens do Rio Thames&lt;/strong&gt;, principalmente na região conhecida como &lt;strong&gt;South Banks&lt;/strong&gt;, que proporciona vistas incríveis de cartões postais da cidade, como o &lt;strong&gt;Tate Modern, British Airways London Eye, National Film Theatre e a Millennium Bridge&lt;/strong&gt;. Ainda, na cena da exposição de fotos da personagem de Julia Roberts, o incrível átrio central de um imenso prédio que vemos na tela é o interior da &lt;strong&gt;Whiteleys&lt;/strong&gt;, a primeira loja de departamentos de Londres, e que hoje abriga um moderno e luxuoso shopping Center. A Whiteleys fica na Queensway, bem pertinho da extremidade noroeste do Hyde Park. E por último, uma cena famosa, quando as personagens de Natalie Portman e Jude Law se encontram e se apaixonam, foi gravada no &lt;strong&gt;Postman’s Park&lt;/strong&gt;, um belíssimo parque público da cidade. Ali, bem em frente ao &lt;strong&gt;Memorial to Heroic Self Sacrifice&lt;/strong&gt;, um memorial dedicado a pessoas comuns que perderam suas vidas salvando outras, foi filmada a cena em questão. O Postman’s Park fica na Little Brittain, City of London, há apenas 300 metros no sentido norte da &lt;strong&gt;St. Pauls Cathedral&lt;/strong&gt;. E o Memorial to Heroic Self Sacrifice tem uma história bastante interessante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Making off:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Natalie Portman pediu a Mike Nichols que retirasse da versão final de Closer - Perto Demais uma cena sua de nudez. O diretor atendeu ao pedido;&lt;br /&gt;- Clive Owen interpretou o personagem Dan – vivido no filme por Jude Law – na montagem da peça nos teatros de Londres;&lt;br /&gt;- Cate Blanchett chegou a assinar contrato para interpretar Anna, mas teve que desistir da personagem devido à sua 2ª gravidez;&lt;br /&gt;- Recebeu 2 indicações ao Oscar, nas seguintes categorias: Melhor Ator Coadjuvante (Clive Owen) e Melhor Atriz Coadjuvante (Natalie Portman);&lt;br /&gt;- Ganhou 2 Globos de Ouro, nas categorias de Melhor Ator Coadjuvante (Clive Owen) e Melhor Atriz Coadjuvante (Natalie Portman). Recebeu ainda outras 3 indicações, nas seguintes categorias: Melhor Filme - Drama, Melhor Diretor e Melhor Roteiro;- a personagem de Natalie Portman tem um codnome, Alice Ayres. Este é um dos nomes que estão gravados nos azulejos do Memorial to Heroic Self Sacrifice.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Bônus&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Uma visita ao incrível Memorial to Heroic Self Sacrifice, ou apenas, Wall of Heroes.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Atualmente, com um mundo altamente globalizado e conectado, onde as informações correm na velocidade da luz e praticamente toda a população tem em mãos uma pequena câmera de vídeo em seu aparelho celular, é cada vez mais fácil vermos imagens de gente comum arriscando a própria vida na tentativa de salvar a do próximo. Muitas vezes até sucumbe em meio ao ato heróico. Pessoas que são levadas pelas correntezas de uma enchente, desaparecem em meio a escombros de edifícios que desabaram ou mesmo tentando impedir atos terroristas, como no caso da tragédia do Vôo United 93, retratada no incrível filme de Paul Greengrass, já comentado aqui. Seus nomes, graças a essa tecnologia encontrada hoje, são lembrados por dias em jornais, revistas e até mesmo na televisão. Suas vidas se vão, mas para os familiares que ficam, essa lembrança – e de certa forma homenagem – serve para acalmar os corações vazios e em sofrimento, ainda que por apenas alguns breves momentos.&lt;br /&gt;Pensando desta maneira, mas muito antes disso, em 30 de julho de 1900, nascia no centro de Londres, através das mãos calejadas do artista plástico George Frederic Watts, na época com 83 anos, o Memorial to Heroic Self Sacrifice, numa parede do lado de fora de um dos prédios que circundavam o Postman’s Park, devidamente coberta e calçada. Como nos dias de hoje, Watts sentia a necessidade de homenagear aqueles que sacrificavam suas próprias vidas na tentativa de salvar outras, que muitas vezes nem sequer conheciam. Pessoas que, sem este memorial, jamais seriam reconhecidas pela sociedade, desaparecendo do plano terreno e muito provavelmente, esquecidas para sempre.&lt;br /&gt;O memorial fora planejado para abrigar cerca de 120 placas, todas pintadas a mão em azulejos brancos, gravadas com o nome do homenageado, acompanhado de um pequeno resumo de seu ato heróico. Na época de sua inauguração, em 1900, apenas 4 placas haviam sido instaladas. Vislumbrando um alto custo para a colocação de todas as 120 placas, Watts decidiu mudar um pouco a qualidade e o modelo dos azulejos, barateando assim o custo da obra. Até 1902, mais nove placas foram instaladas, e todos os nomes haviam sido selecionados pelo próprio Watts.&lt;br /&gt;Em 1904, George Frederic Watts morre, deixando a conclusão dos trabalhos para o Heroic Self Sacrifice Memorial Committee, um comitê criado alguns anos antes para ajudar no andamento dos trabalhos do memorial, devido aos constantes problemas de saúde do Sr. Watts. No mesmo ano, a esposa de George, Mary Watts decide terminar a obra do marido, levantando fundos do próprio bolso para a colocação de mais 35 placas, com os nomes selecionados da antiga lista criada pelo próprio Watts. Em 1910, Mary Watts comunicou ao comitê que não tinha mais dinheiro para terminar o memorial, pois estava se dedicando a terminar a capela mortuária de George e a Watts Galery, ambas em Compton, Surrey. Ainda faltavam três fileiras de placas para concluir o memorial.&lt;br /&gt;Anos se passaram, e poucas placas eram adicionadas. Na época da morte de Mary Watts, final da década de 30, o memorial estava completamente abandonado, e era totalmente ignorado pela população. Em 2004, Closer, Perto Demais tratou de devolver a dignidade ao Memorial to Heroic Self Sacrifice, filmando uma de suas cenas bem em frente às famosas placas de azulejos do Sr. Watts. Desde então, o local voltou a ser atração turística da cidade, e a partir de 2009, depois da colocação de uma nova placa (de número 54) em nome de Leigh Pitt – 78 anos após a última colocação – um homem de 30 anos que salvou uma criança do afogamento num rio da região, foi decidido que novas placas seriam adicionadas. Agradecemos a força do cinema por devolver o valor a uma obra de arte que nunca deveria ter sido esquecida. Muitos heróis, até então anônimos, terão novamente um lugar na história, e serão lembrados eternamente através de seus atos de coragem e altruísmo. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-8050915685411213019?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/8050915685411213019/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/londres-seria-e-marcante-de-closer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/8050915685411213019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/8050915685411213019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/londres-seria-e-marcante-de-closer.html' title='A Londres séria e marcante de Closer, Perto Demais'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCNvVbb20AI/AAAAAAAAADo/MzAmu2u13EE/s72-c/closer.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-7803125279175613787</id><published>2010-06-24T11:31:00.002-03:00</published><updated>2010-06-24T11:39:23.466-03:00</updated><title type='text'>Mind the Gap - A Londres de Um Lugar Chamado Nothing Hill</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCNuFBAXa9I/AAAAAAAAADg/mVg1yA8qN8o/s1600/Um-lugar-chamado-Notting-Hill-300x200.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486349803515767762" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 300px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCNuFBAXa9I/AAAAAAAAADg/mVg1yA8qN8o/s320/Um-lugar-chamado-Notting-Hill-300x200.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Um Lugar Chamado Notting Hill (Notting Hill)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um ótimo romance, com bastante humor inglês – cortesia do amigo do personagem de Grant, com quem divide um apartamento – e sentimentalismo americano, que não chega a atrapalhar o andamento do filme. Julia Roberts parece estar interpretando a si mesma, e Grant surge mais uma vez como um inglês bobalhão e desajeitado, bem ao estilo Quatro Casamentos e um Funeral, Nove Meses e Um Grande Garoto. Nada de novidade, e sem a força de um Uma Linda Mulher, mas ainda assim bastante divertido e convincente, garantindo boas risadas e situações embaraçantes. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O roteiro passeia – e romatiza – o bairro londrino que dá nome ao filme. Notthing Hill, região centro-oeste da cidade, aparece como uma charmosa e pitoresca vila inglesa, o que de fato ela é. Mas nem sempre foi assim. Notting Hill tem muita história, e merece destaque em nossa viagem. Veja mais adiante.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A famosa livraria do personagem de Hugh Grant, a &lt;strong&gt;Travel Book Company&lt;/strong&gt;, infelizmente não existe. A sua fachada foi forjada no número &lt;strong&gt;142 da Portobello Road&lt;/strong&gt;, onde hoje fica a loja de móveis &lt;strong&gt;Gong&lt;/strong&gt;. A produção utilizou o interior de outra livraria, a &lt;strong&gt;Travel Bookshop&lt;/strong&gt;, que fica nos números 13-15 da &lt;strong&gt;Blenheim Crescent&lt;/strong&gt;, virando a esquina da Portobello Road. Ali perto também fica (ou ficava) a porta azul que representava a entrada do flat do personagem de Grant. Bom, o flat, obviamente, continua lá. A porta, no entanto, não é mais a mesma. Após o sucesso do filme, o local virou atração turística do bairro. O proprietário, no intuito de acabar com a constante presença de turistas batendo a sua porta – exatamente como os papparazzis faziam no filme – resolveu então trocá-la, leiloando a mesma e revertendo seu lucro a instituições de caridade. A porta agora é preta, mas o endereço ainda é o mesmo, número 280 da &lt;strong&gt;Westbourne Park Road&lt;/strong&gt;. Partindo deste endereço, pegando a Kensington Park Road 300 metros em direção ao sul, chegamos a &lt;strong&gt;Lansdowne Road&lt;/strong&gt;, onde ficava a casa da irmã de Hugh Grant no filme, e onde ocorre um jantar de aniversário hilariante. O endereço exato é o número 91 desta rua. Virando a próxima esquina, temos a rua onde fica a entrada de um jardim particular, e que aparece em outra cena bastante engraçada, onde o personagem de Grant tenta pular o muro que separa o jardim da rua. Trata-se do &lt;strong&gt;Rosmead Gardens&lt;/strong&gt;, na Rosmead Road.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Dicas para reabastecer suas energias: se quiser algo mais sério, chique e representativo financeiramente falando, vá jantar no &lt;strong&gt;Nobu&lt;/strong&gt;, restaurante japonês freqüentado pelo casal principal do filme. Ele fica no &lt;strong&gt;Metropolitan Hotel&lt;/strong&gt;, número &lt;strong&gt;10 da Old Park Lane,&lt;/strong&gt; perto da extremidade leste do imenso Hyde Park. Ou se preferir algo mais simbólico, por assim dizer, dê uma paradinha no &lt;strong&gt;Coffee Republic&lt;/strong&gt;. Uma de suas lojas fica em Notting Hill mesmo, na esquina da Westbourne Park com a Portobello Road. Na calçada deste exato local, o persogem de Grant esbarra – literalmente – pela primeira vez com a diva Julia Roberts. No filme, o imóvel em questão ainda estava vazio.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Para terminar o passeio por Notting Hill (o filme, não o bairro), dê uma passadinha no cinema onde Grant vê o filme Helix (fictício, claro), estrelado por Julia Roberts, que fica no número 103 da Notting Hill Gate, e se chama &lt;strong&gt;Coronet Cinema&lt;/strong&gt;. E se sobrar tempo, aproveite para conhecer o lindo jardim – da incrível mansão – onde estava sendo filmada uma cena de um novo filme de Roberts, motivo pelo qual a atriz estava na cidade. Trata-se da &lt;strong&gt;Kenwood House&lt;/strong&gt;, na Hampstead Lane, ao norte de Londres. Este antigo casarão guarda obras de arte da antiguidade e tem sua entrada aberta a visitação pública. E o melhor, assim como todos os museus da cidade, sua entrada é gratuita.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Making off:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Hugh Grant e o diretor Roger Mitchell já haviam trabalhado juntos anteriormente, em &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/4-casamentos-e-um-funeral/"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Quatro Casamentos e um Funeral&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;;&lt;br /&gt;- No filme, Anna Scott diz que recebeu 15 milhões de dólares pelo seu último papel nocinema. Foi exatamente esta a quantia recebida por Julia Roberts para estrelar Um Lugar Chamado Notting Hill;&lt;br /&gt;- Indicado ao Globo de Ouro nas categorias de Melhor Filme - Comédia / Musical, Melhor Ator de Cinema - Comédia / Musical (Hugh Grant) e Melhor Atriz de Cinema - Comédia / Música (Julia Roberts).&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bônus:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Notting Hill, o bairro.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Da área rural, típica do início do século XIX, à Notting Hill atual, com suas casas em estilo vitoriano, ruas arborizadas, parques floridos, feiras semanais e festivais culturais anuais (Notting Hill Carnival), muitas mudanças foram necessárias. Durante a segunda Grande Guerra (sempre ela), o bairro – além de muitas outras cidades inglesas – teve algumas de suas construções abaladas pela famosa Blitz Alemã, um bombardeio contínuo pela Luftwaffe durante setembro de 1940 e maio de 1941. Uma delas, a All Saints Church, foi bombardeada em duas oportunidades, em 41 e 44, e precisou ser restaurada quase por completo.&lt;br /&gt;No anos seguintes ao fim da Guerra, Notting Hill sofreu uma intensa imigração Caribenha, que ocupava sem nenhum critério imensos casarões vitorianos, transformados em verdadeiros pardieiros. Na déca de 50, surgiu um grupo que ficou conhecido como Teddy Boys, que compreendia trabalhadores de classe média, brancos e muitos deles bastante jovens. Seu objetivo era hostilizar as famílias negras que viviam na região, através de atos de vandalismo e violência física, como a sofrida por um casal numa estação de metro da cidade. Em agosto deste ano, uma gangue de jovens brancos atacou verbalmente a sueca Majbritt Morrison e seu marido jamaicano. Na noite seguinte, o casal sofreu severas agressões físicas, dando início ao motin racial de Notting Hill, ou Notting Hill race riots, que durou várias noites, só terminando dia 5 de setembro, com a prisão de mais de 140 pessoas.&lt;br /&gt;Em janeiro de 1959, com o objetivo de acalmar a tensão racial que existia não só no bairro, como em toda Londres, surgia o Notting Hill Carnival, pelas mãos de Claudia Jones, uma moradora da região, originária de Trinidad Tobago. Até 1965, o festival, apesar do relativo sucesso, ainda era organizado em clubes da região. Em 1966, foi levado para as ruas, e seu sucesso só veio a aumentar. Capitaneado principalmente por Caribenhos, o carnaval londrino de Notting Hill se assemelha (com suas devidas proporções) ao carnaval carioca (Brasil), e reúne hoje cerca de 500 mil pessoas anualmente, nos meses de agosto, durante apenas 2 dias de festa. Nada mal para um povo clássico, que se orgulha de sua pontualidade e de sua tradicional pausa para o chá das cinco.&lt;br /&gt;Durante as décadas seguintes, principalmente nos anos 70 e 80, toda a região de Notting Hill foi remodelada e reestruturada até se converter no bairro chique que conhecemos hoje. E além do Notting Hill Carnival, o bairro ainda ostenta uma famosa feira de antiguidades, a Portobello Road Market, que acontece todos os sábados na rua de mesmo nome, e que inclusive aparece em uma cena do filme. Durante alguns dias da semana, esta mesma feira, nesta mesma rua, transforma-se num verdadeiro mercado de frutas e vegetais ao ar livre. Agora sim, uma feira de antiguidades tem muito mais a ver com Londres do que um carnaval de rua. Sem preconceito, claro.&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-7803125279175613787?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/7803125279175613787/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/mind-gap-londres-de-um-lugar-chamado.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/7803125279175613787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/7803125279175613787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/mind-gap-londres-de-um-lugar-chamado.html' title='Mind the Gap - A Londres de Um Lugar Chamado Nothing Hill'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCNuFBAXa9I/AAAAAAAAADg/mVg1yA8qN8o/s72-c/Um-lugar-chamado-Notting-Hill-300x200.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-541728260932975883</id><published>2010-06-24T11:26:00.002-03:00</published><updated>2010-06-24T11:31:20.403-03:00</updated><title type='text'>Paris de Julie</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCNsLhUPD1I/AAAAAAAAADY/KRA2nBKJvtQ/s1600/12_MHG_cult_paris23.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486347716245000018" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 205px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCNsLhUPD1I/AAAAAAAAADY/KRA2nBKJvtQ/s320/12_MHG_cult_paris23.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;2 Dias em Paris (2 Days in Paris)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Delicioso. Esta é a melhor definição para 2 Dias em Paris. Uma comédia romântica moderna, por assim dizer, que tem muito mais a oferecer que apenas uma hora e meia de algumas risadas e um final feliz. Sim, tem um final feliz, mas bastante realista e tocante. Difícil não se identificar com o texto de Delpy, direto e ao mesmo tempo profundo, como são as relação no mundo real. Dúvidas, inseguranças e insatisfações dividem espaço com festas, viagens e trabalho. Tudo muito sóbrio, e ao mesmo tempo poético. Cômico também, seja pelas situações enfrentadas pelo namorado, que não entende nada de francês, seja pela descrição do povo parisiense através de seus motoristas de taxi. Um dá em cima de Delpy mesmo na presença do namorado. Outro prega a violência familiar, e um terceiro, que se envolve numa discussão calorosa com a personagem de Delpy, é racista e preconceituoso. Mas toda essa crítica aos ideais e costumes franceses é rapidamente atenuada quando se observa o comportamento americano em solo francês, principalmente através do personagem de Goldberg, que discrimina turistas americanos que vão a Paris para fazer o “tour Còdigo da Vinci”, ao mesmo tempo que esnoba detalhes e características da cidade, mas faz questão de visitar o túmulo de Jim Morisson, sem mesmo apreciar o The Doors. O filme é assim, bate e apanha ao mesmo tempo. Cortesia, mais uma vez, do texto enxuto de Julie Delpy, que ainda dirigiu e atuou no filme. Original e divertidíssimo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As locações são obrigatórias. Mesmo as mais mórbidas, como o túmulo de Jim Morrison, que morreu aos 27 anos de idade, em Paris, e foi enterrado no cemitério de Montparnasse, o &lt;strong&gt;Pére-Lachaise&lt;/strong&gt;; e as famosas &lt;strong&gt;Catacumbas de Paris&lt;/strong&gt;, um local fantástico, com pilhas e mais pilhas de ossos humanos espalhados por corredores subterrâneos conhecidos como &lt;strong&gt;Lês Carrieres de Paris&lt;/strong&gt;, de onde foi retirada a maioria das pedras utilizadas na construção das pontes que cruzam o Sena. O casal faz uma breve parada na &lt;strong&gt;Pont Bir-Hakeim&lt;/strong&gt;, a mesma do filme O Último Tango em Paris, e depois pode ser visto numa estação de metro, a Pasteur, que serve as linhas 6 e 12, no XV arrondissement. Você pode descer nesta estação para conhecer a Tour Montparnasse, um edifício de escritórios com 59 andares. O prédio em si é odiado pelos parisienses, por ser um bloco de concreto e vidro escuro que nada tem haver com a arquitetura da cidade. Mas do alto de seus 210 metros temos uma visão ímpar da cidade. Aliás, a única visão tão alta quanto a visão que temos da Torre Eiffel, mas com a vantagem de termos a Torre Eiffel emoldurando o cenário. Imperdível.&lt;br /&gt;Após algumas corridas de Taxi bastante peculiares, acompanhamos o casal num almoço (ou na tentativa de almoçar) num restaurante (não identificado) à beira do &lt;strong&gt;Canal St. Martin&lt;/strong&gt;. Como já foi comentado, passear pelas marges do Canal St. Martin, aos domingos, e apreciar um bom café numa de suas típicas brasseries, é um dos melhores programas para se fazer na cidade Luz. Você vai se sentir como um verdadeiro cidadão de parisiense. Uh lá lá...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Making off&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- As filmagens de 2 Dias em Paris consumiram, na verdade, 25 dias, e ocorreram entre 19 de junho e 14 de julho de 2006;&lt;br /&gt;- Julie Delpy já dirigiu 3 filmes. Este 2 Dias em Paris, Looking for Jimmy (sem título em português) e a Condessa.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bônus&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que visitar uma pilha de ossos no sub-solo de Paris?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Aproximadamente 400 quilômetros. Esta é a extensão de Lês Carrieres de Paris, ou os subterrâneos de Paris, um sistema de túneis escavados há cerca de 20 metros de profundidade, nas entranhas da cidade Luz. A escavação não tinha como objetivo guardar os ossos dos mortos da cidade. Esse detalhe veio bem depois, no ano de 1785. Os túneis foram escavados apenas para fornecer a matéria-prima para acostrução de boa parte das lindas pontes que cruzam o Sena. Isso mesmo, todas as pedras, lindamente lapidadas e arrumadas nas famosas pontes de Paris, vieram do sub-solo da cidade. Por isso essa imensidão de túneis. Muitas pedras rolaram.&lt;br /&gt;As Catacumbas foram criadas depois, por simples necessidade básica. Higiene mesmo. Em meados do século XVIII, a maiorias das (muitas) igrejas de Paris tinha seu próprio cemitério. Com o crescimento vertiginoso da cidade, nenhum destes locais tinha mais espaço para novos “moradores”. Muitas pessoas, que habitavam os arredores destes cemitérios, estavam adoecendo devido a contaminação de água e solo com matéria orgânica em decomposição. A situação era assustadora.&lt;br /&gt;Em 1785, o Conselho de Estado resolveu tomar uma atitude. Novos cemitérios, bem longe do centro da cidade, já estavam sendo construídos. Mas o que fazer com as ossadas que permaneciam nos cemitérios antigos, superlotados e super-contaminados? A idéia veio do chefe de polícia, General Alexandre Lenoir: por que não utilizar os corredores subterrâneos da cidade? E assim foi feito. Sob orientação de Charles Axel Guillaumont, Inspetor Geral dos túneis de Paris, as primeiras ossadas transferidas saíram do cemitério Saint-Nicolas-des-Champs após as catacumbas terem sido abençoadas, em 4 de abril de &lt;/em&gt;&lt;a title="1786" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/1786"&gt;&lt;em&gt;1786&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;. Inicialmente, as ossadas eram jogadas de qualquer jeito. Só a partir de 1800, no Império Francês, que as ossadas foram sendo organizadas de uma maneira mais “criativa”, por assim dizer: fêmur e tíbia (ossos longos) afrente, para formar uma parede que foi decorada com crânios e demais “peças” do esqueleto humano. Uma verdadeira obra de arte, composta por cerca de 5 milhões de pessoas. Tão assustador quanto intrigante.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-541728260932975883?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/541728260932975883/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/paris-de-julie.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/541728260932975883'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/541728260932975883'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/paris-de-julie.html' title='Paris de Julie'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCNsLhUPD1I/AAAAAAAAADY/KRA2nBKJvtQ/s72-c/12_MHG_cult_paris23.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-650873138912766529</id><published>2010-06-24T11:07:00.002-03:00</published><updated>2010-06-24T11:13:21.588-03:00</updated><title type='text'>Paris de Ethan e Julie - Antes do Pôr-do-Sol</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCNn--xessI/AAAAAAAAADQ/oiZMudWjJow/s1600/beforesunset11.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486343102767477442" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 212px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCNn--xessI/AAAAAAAAADQ/oiZMudWjJow/s320/beforesunset11.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Antes do Por-do-Sol (Before Sunset)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Antes do Por-do-Sol é a sequência de Antes do Amanhecer (Before Sunrise), onde um jovem casal se conhece numa viagem de trem, conversam sobre as ansiedades daquele momento de suas vidas, sem o peso e a responsabilidade da vida adulta, e se separam ao final, com a promessa de se reencontrarem exatos 6 meses depois. Um filme independente, simples e leve, mas com uma noção incrível da realidade que nos cerca, demostrada principalmente através das falas precisas escritas pelo próprio diretor. Muitos ainda acham que era um filme único, que não precisava de mais explicações numa mera continuação. A dúvida ficaria no ar: será que eles realmente se encontraram 6 meses depois? Bom, obviamente este segundo filme esclarece a dúvida. Mas se engana quem acha que esta continuação tirou o encanto do primeiro filme. Neste novo encontro, 9 anos após a madrugada romântica em Viena, saem de cena os sonhos e devaneios da juventude e entram as preocupações da vida adulta, as perguntas sem respostas, e a terrível questão, e se? Muitos “e se?” são colocados ao longo do filme, levando o expectador a seguir o casal através de intermináveis – porém deliciosas – caminhadas pelos mais diversos cantos de Paris. Sempre recheadas de diálogos primorosos – muitos deles resultado do improviso da dupla de atores – e é claro, belos cenários.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No início do filme, o personagem de Ethan Hawke está dando autógrafos numa conceituada livraria da cidade. O nome desta livraria? &lt;strong&gt;Shakespeare and Company&lt;/strong&gt;. Bom, aqui cabe esclarecer uma questão. A Shakespeare and Company original, aberta em 1919 por Sylvia Beach, não ficava neste endereço, e sim no número 8 da rue Dupuytren. Dois anos depois, Sylvia levou a livraria para um espaço maior, no número 12 da rue de l'Odéon, onde permaneceu até 1941, quando foi fechada por força da invasão da França pelos soldados de Hitler. Em 1951, número 37 da &lt;a title="Rue de la Bûcherie" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Rue_de_la_B%C3%BBcherie"&gt;rue de la Bûcherie&lt;/a&gt;, bem pertinho da catedral de Notre Dame, foi aberta uma livraria semelhante a Shakespeare and Company, de nome Le Mistral. O proprietário era o inglês George Whitman. Após a morte de Sylvia Beach, Whitman resolveu prestar-lhe uma homenagem, trocando o nome de sua loja, surgindo assim a Shakespeare and Company da rue de la Bucherie. Hoje, é a filha de George Whitman, Sylvia, quem comanda a livraria. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;De lá, o casal sai caminhando pela cidade, e a primeira parada é, claro, um café! Este fica há cerca de 3 quilômetros da livraria, do outro lado do Sena, perto da região da Bastilha, no 11º arrondissemente (Popincourt), número 14 da Rue Jean-Macé. Pode-se chegar através do metrô, mas a melhor maneira é caminhando, sempre. Paris, assim como NY, deve-se conhecer a passos curtos, calmos e contemplativos. O café em questão se chama &lt;strong&gt;Le Purê Café&lt;/strong&gt;, mais parisiense, impossível. Assim como o passeio de barco, pelo Sena, que os dois pombinhos fazem a certa altura do filme. Imperdível. O barco que eles usaram pertence a empresa Canauxrama, mas existem inúmeras empresas que fazem estes mini-cruzeiros pelo Sena. Sua provável saída foi do &lt;strong&gt;Port de Montebello&lt;/strong&gt;, margem esquerda do Sena, bem ao lado da Notre Dame. Um detalhe, esta empresa, Canauxrama, também faz pequenos cruzeiros pelo &lt;strong&gt;Canal St. Martin&lt;/strong&gt;, o mesmo canal de &lt;strong&gt;Amelie Poulain&lt;/strong&gt;, com suas diversas eclusas e pontes de metal. O destino final deste passeio, pouco prestigiado pelos turistas, é o &lt;strong&gt;Parc de La Villette&lt;/strong&gt; e seu cinema em forma de globo prateado. Se tiver um dia livre, aproveite.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas antes de chegar ao barco, o casal sai do café e percorre, em sua caminhada, um local incrível da cidade, também pouco visitado por turistas. Trata-se da &lt;strong&gt;Promenade Plantée&lt;/strong&gt;, sobre o &lt;strong&gt;Viaduc dês Arts&lt;/strong&gt;, há 1,5 quilômetros do café. Nada mais é que um antigo elevado, por onde passava uma antiga linha de trem, hoje transformado num excelente local para caminhadas, repleto de verde e flores. Debaixo do elevado fica o Viaduc dês Arts, uma espécie de galeria com várias lojas e ateliês para inúmeros artistas. Um belo passeio, tudo bem próximo a &lt;strong&gt;Gare de Lyon&lt;/strong&gt; e a &lt;strong&gt;Opera Bastile&lt;/strong&gt;, uma estação de trem e um famoso ponto turístico da cidade. Não tem como errar.&lt;br /&gt;E por fim, o apartamento de Celine, onde acontece uma das cenas mais belas do filme, também fica perto da região da Bastilha. O local se chama &lt;strong&gt;Cour de l'Etoile d'Or&lt;/strong&gt;, mais uma daquelas típicas vielas da cidade, com uma pequena rua pavimentada com blocos de pedra, rodeada de pequenas casas, coladas umas nas outras, cada uma com seu pequeno jardim, muito bem cuidado. A entrada é pela Rue Du Faubourg Saint-Antoine, que se inicia na praça da Bastilha. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-650873138912766529?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/650873138912766529/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/paris-de-ethan-e-julie-antes-do-por-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/650873138912766529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/650873138912766529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/paris-de-ethan-e-julie-antes-do-por-do.html' title='Paris de Ethan e Julie - Antes do Pôr-do-Sol'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCNn--xessI/AAAAAAAAADQ/oiZMudWjJow/s72-c/beforesunset11.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-8219202102713958787</id><published>2010-06-24T10:58:00.002-03:00</published><updated>2010-06-24T11:07:02.896-03:00</updated><title type='text'>Paris de Bertolucci - O Último Tango em Paris e Os Sonhadores</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCNmbSx1xJI/AAAAAAAAADI/iQ6oP7IDEC4/s1600/os-sonhadores.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486341390150780050" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCNmbSx1xJI/AAAAAAAAADI/iQ6oP7IDEC4/s320/os-sonhadores.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;O Último Tango em Paris (Last Tango in Paris)&lt;/strong&gt; - ano de lançamento:1972 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Os Sonhadores (The Dreamers)&lt;/strong&gt; - ano de lançamento:2003 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os dois filmes mostram Bertolucci em épocas distintas. Em O Último Tango em Paris, a melancolia e a depressão predominam. A maior parte do filme acontece num apartamento tão sujo e vazio quanto a alma de seus personagens. Um romance às avessas, com muito sexo, poucos diálogos e um final trágico. Um filme para poucos, bem ao estilo, ame-o, ou odeie-o. Não há meio termo. Já no segundo filme, Os Sonhadores, Bertolucci parece muito mais leve, lírico e de bem com a vida. Seus personagens, adolescentes cheios de vitalidade e energia, nos levam a um mundo livre de tabus e preconceitos. Estamos no final da década de 60, em plena revolução estudantil, onde cinema e rock’n roll tinham tudo a ver. Na trilha sonora, Janis Joplin, The Doors, Jimi Hendrix e Bob Dylan, apenas para citar os mais conhecidos. O sexo novamente está presente, com cenas ainda mais picantes. Mas desta vez apoiado no liberalismo sexual da época e na curiosidade incisiva da adolescência. Envolvendo a trama, uma linda homenagem ao cinema. Uma cena, onde os três aparecem correndo pelos corredores do Louvre, tentando bater o recorde da mesma cena do filme Bande a Part, de Jean-Luc Godard, é especialmente linda. Bortolucci mostra que sabe o que faz, mesclando à sua sequência, pequenas cenas em preto e branco do filme original. Brilhante. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Em ambos, apesar da diferença conceitual, a cidade de Paris é o palco principal. E que palco. Uma simples caminhada noturna do trio de personagens de Os Sonhadores, às marges do Sena, bem perto da &lt;strong&gt;Passarelle Debilly&lt;/strong&gt;, é tudo, menos uma simples caminhada noturna. Em O Último Tango em Paris, Bertolucci mostra incansavelmente a belíssima &lt;strong&gt;Pont de Bir-Hakeim&lt;/strong&gt;, com suas colunas de ferro que seguram os trilhos da linha de metro, que conectam o XV e XVI arrondissement. Na extremidade norte desta ponte, região conhecida como &lt;strong&gt;Passy&lt;/strong&gt;, fica o apartamento onde o intenso affair é consumado. No filme, o endereço é o número 1 da Rue Jules Verne. Mas esta rua não existe (pelo menos nesta região). O endereço correto é o número 1 da Rue de l’Alboni. E aproveite para tomar um café por ali mesmo. No filme, a personagem de Maria Schneider entra neste café para fazer um telefonema. O local hoje se chama Kennedy &lt;strong&gt;Eiffel Bar&lt;/strong&gt;, e fica, obviamente, na Avenue Du President Kennedy.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;De volta a Os Sonhadores, após a excelente abertura em close extremo da Torre Eiffel, onde acompanhamos os olhos do personagem de Michael Pitt descendo a Torre, vislumbrando cada detalhe, vamos atrás do mesmo, cruzando o Sena a pé, através da &lt;strong&gt;Pont d’léna&lt;/strong&gt;, que justamente conecta a Torre Eiffel ao famoso&lt;strong&gt; Trocadero&lt;/strong&gt; e o &lt;strong&gt;Palais de Chaillot.&lt;/strong&gt; Como o filme atesta, era neste palácio que funcionava a &lt;em&gt;Cinémathèque française&lt;/em&gt;, local muito freqüentado por jovens e cineastas da época. Inclusive, o pano de fundo que costura toda a história do filme, é a revolta estudantil causada pela troca de diretoria desta &lt;em&gt;Cinémathèque française&lt;/em&gt;, num episódio que ficou conhecido como &lt;em&gt;Caso Langlois&lt;/em&gt;. Após várias mudanças, este imenso arquivo do cinema ganhou uma casa própria, à altura, desenhada pelo famoso arquiteto Frank Ghery, o mesmo que projetou o Museu Guggenheim de Bilbao, na Espanha, conhecido por seu esqueleto externo de latão. O prédio fica numa região conhecida como &lt;strong&gt;Bercy&lt;/strong&gt;, bem no meio de um lindo parque. Estando lá, aproveite para conhecer a incrível passarela de Bercy (&lt;strong&gt;Passerelle Simone de Beauvoir&lt;/strong&gt;), que conecta este parque com a Biblioteca Nacional da França ou BNF (Bibliothèque Nationale de France), e ainda um pequeno aglomerado de lojas e restaurantes conhecido como &lt;strong&gt;Bercy Village&lt;/strong&gt;. Não estão no filme de Bertolucci, mas com certeza merecem uma visita. Um bom momento para exercitar o consumismo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas dois pontos que estão no filme Os Sonhadores, ainda podem ser identificados na cidade. O Hotel, onde o personagem de Pitt está hospedado, fica entre dois pontos turísticos de Paris, O Jardim de Luxemburgo e o Panteão, bem no meio do Quartier Latin, o bairro dos estudantes, da bohemia e da Universidade de Sorbonne. O hotel se chama &lt;strong&gt;Hotel de Senlis&lt;/strong&gt;, fica na Rue Malebranche, e é bem fácil de reconhecer através de sua fachada de madeira pintada de vermelho escuro. Outro local é o &lt;strong&gt;Restaurant Brasserie Le Valois,&lt;/strong&gt; número 1 Place Rio de Janero, esquina com a Rue de Lisbonne, há cerca de 1 quilômetro do Arco do Triunfo. No filme ele aparece pouco, mas se você pensa num bom jantar, este é o lugar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Bônus&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Cinémathèque française&lt;/em&gt; ou &lt;em&gt;Cinémathèque Henri Langlois&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Tudo começou nos anos 30, através do esforço de um homem apenas, Henri Langlois, um jovem apaixonado pelo cinema. Todo e qualquer cinema. Seu objetivo inicial era apenas preservar filmes antigos, salvando-os do esquecimento e do ostracismo. Langlois corria atrás de cópias de filmes mudos e objetos usados em cena (cenários, latas de rolos de filmes e até trajes usados em determinadas obras), bisbilhotando antigas salas de cinemas da época, mercados de pulga e muitas vezes, até em latas de lixo. De antigos filmes mudos, Langlois começou a guardar também exemplares de obras contemporâneas, que eventualmente eram jogados fora após certo tempo de exibição. Langlois não ficou sozinho por muito tempo em sua cruzada. Logo recebeu o apoio de um cineasta famoso, de nome Georges Franju, e iniciaram o primeiro cineclube de Paris, referência em Paris e na Europa, exibindo filmes e mais filmes em salas de leitura e até no apartamento da família de Langlois.&lt;br /&gt;Quando a Segunda Grande Guerra começou, veio junto o pior perído enfrentado pela dupla Langlois e Franju. Hitler declarou que todo e qualquer filme feito antes de 1937 – além de filmes atuais que não representavam o pensamento nazista – deveriam ser queimados. Numa correria desenfreada, a dupla, com a ajuda de alguns amigos, contrabandeou uma imensa quantidade de filmes e documentos para uma região da França não ocupada pelos nazistas. Com o fim da guerra, tudo pode ser levado de volta a Paris. E desta vez, o governo da França resoveu apoiar a Cinémathèque française, liberanto uma pequena verba para a manutenção do acervo, uma sala exclusiva e uma equipe de trabalhadores. Langlois foi eleito presidente da Cinémathèque, e novamente pode organizar ciclos e mostras cinematográficas pelas noites de Paris. Cinéfilos, diretores e atores tinham novamente uma casa. Toda a nova onda (Nouvelle Vague) passou a frequentar a casa: Alain Resnais, Francois Truffaut, Jean-Luc Godard, Claude Chabrol, Roger Vadim, Jacques Donial-Valcroze, Pierre Kast, entre tantos outros.&lt;br /&gt;Em maio de 1968 aconteceu o caso Langlois, bastante romantizado, por assim dizer, no filme de Bertolucci, Os Sonhadores, quando o então ministro da Cultura francês André Malraux resolveu demitir ninguém menos que Henri Langlois da liderança da Cinémathèque française, alegando deficiências de gestão. Esse fato originou uma verdadeira revolta pública, com protestos publicamente liderados pelo jornal Combat e pela revista Cahiers du Cinema, que recebeu manifestações de apoio de inúmeras figuras do cinema como Abel Gance, Alain Resnais, François Truffaut, Joseph Losey, Roberto Rossellini, Nicholas Ray, etc. Após declarações destes, e de muitos outros cineastas, de que se Langlois não fosse reconduzido ao cargo, nenhum deles faria mais um filme sequer na França, a cúpula do Ministério da Cultura voltou atrás. Longlois era, novamente, presidente da instituição que representava cineastas, atores e cinéfilos, mais importante de mundo. Sua obra fruto de sua intensa paixão pelo cinema. &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-8219202102713958787?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/8219202102713958787/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/paris-de-bertolucci-o-ultimo-tango-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/8219202102713958787'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/8219202102713958787'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/paris-de-bertolucci-o-ultimo-tango-em.html' title='Paris de Bertolucci - O Último Tango em Paris e Os Sonhadores'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCNmbSx1xJI/AAAAAAAAADI/iQ6oP7IDEC4/s72-c/os-sonhadores.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-3521519773217741755</id><published>2010-06-24T09:58:00.004-03:00</published><updated>2010-06-24T10:10:08.569-03:00</updated><title type='text'>EUA - Os Vinhedos da California em Sideways, Entre Umas e Outras</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCNYtCcaJnI/AAAAAAAAADA/op0gYRH16gY/s1600/sideways.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486326301840778866" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 198px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCNYtCcaJnI/AAAAAAAAADA/op0gYRH16gY/s320/sideways.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Sideways, Entre Umas e Outras (Sideways)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sideways tem um belo enredo. Tem ótimos diálogos. Flerta com o cotidiano do ser humano em quase todas as cenas, mesmo quando a dupla central está apenas numa vinícola provando novos vinhos. Sideways desce bem para conhecedores de vinho – principalmente aqueles que levam o assunto bastante a sério, decifrando aromas e sabores em apenas um gole – e para pessoas que pretendem apenas desfrutar de alguns bons momentos acompanhados de uma boa bebida e uma boa comida. Mas Sideways tem algo que eleva a sua existência: as atuações de Thomas Haden Church e Paul Giamatti. O trabalho dos dois parece uma história em quadrinhos. Como se um fosse o oposto do outro. O mocinho e o herói. Ao mesmo tempo, tal característica fez deles melhores amigos, como uma planta que cresce no caule de outra. Juntos formam uma espécie de simbiose tão necessária para vida de ambos. E o filme mostra essa diferença constantemente, como na hora de degustar os vinhos, quando um faz uma análise completa de cada amostra, enquanto o outro está interessado apenas em encher a cara. Ou na diferença em como cada um tenta se aproximar das garotas, com um pensando apenas em sexo e o outro interessado num relacionamento mais intenso. Assim como cada espécie de uva cultivada na região, que precisa de condições adversas para se desenvolver, os dois personagens seguem caminhos parecidos em suas vidas, um ator frustrado e o outro um escritor que não consegue lançar um livro sequer. Mas cada um com características próprias, e que precisa das decepções do outro para se desenvolver. Complicado a princípio. Mas quem disse que viver é simples?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O filme não perde tempo. Após uma apresentação rápida – porém efetiva – dos personagens, que não leva mais do que 10 minutos, pegamos carona com as neuroses de cada um, pelas estradas da California. Vamos em direção a região &lt;span style="color:#ffffff;"&gt;de &lt;strong&gt;Santa Bárbara&lt;/strong&gt;, norte de Los Angeles, menos conhecida que as regiões de &lt;strong&gt;Napa Valley&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Sonoma&lt;/strong&gt;, mas não por isso menos atrativa.&lt;br /&gt;Pegamos a &lt;strong&gt;Santa Rosa Road&lt;/strong&gt; para a primeira parada, na &lt;strong&gt;Sanford Winery&lt;/strong&gt;, número 7250 da mesma estrada, em Buellton. É lá que ocorre uma das cenas mais engraçadas do filme, quando o personagem de Giamatti, apaixonado por vinhos, faz uma análise minuciosa de um Pinot Noir Vin Gris, para o amigo, que está mais interessado em beber logo a amostra do que ter aulas de enologia. De lá, os amigos cruzam uma pequena cidade de estilo escandinavo, chamada &lt;strong&gt;Solvang&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;O vilarejo dá um gostinho da Dinamarca na California. Algumas construções são no antigo estilo dinamarquês. Uma réplica em escala menor, da torre-observatório Rundetarn – torre redonda – que encontramos em Copenhagen, capital da Dinamarca, foi recentemente construída em Solvang. Assim como uma réplica da estátua da Pequena Sereia, também encontrada em Copenhagen e o busto de seu criador, o escritor de contos Hans Christian Handersen. A língua falada em Solvang é inglês. Um alívio. Tente entender um legítimo dinamarquês falando.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O&lt;span style="color:#ffffff;"&gt; &lt;strong&gt;Windmill hotel&lt;/strong&gt;, aquele com o moinho de vento na fachada, é na verdade o &lt;strong&gt;Days Inn Buellton&lt;/strong&gt;, número 114 East da Highway 246, cidade de &lt;strong&gt;Buellton&lt;/strong&gt;. De lá, os dois andam cerca de 300 metros apenas até o &lt;strong&gt;Hitching Post II&lt;/strong&gt;, o restaurante que produz seu próprio vinho, número 406 east da mesma Highway 246. Boa pedida para um bom jantar. O café da manhã, no entanto, é de volta a Solvang, no &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.movie-locations.com/movies/s/sideways.html#solvang2"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Solvang Restaurant&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;, número 1672 da Copenhagen Drive. Já em outra cidadezinha, &lt;strong&gt;Los Olivos&lt;/strong&gt;, acontece o jantar da&lt;/span&gt; dupla com as novas amigas, na cena onde o personagem de Giamatti, totalmente embriagado, liga para sua ex-mulher. O local é o &lt;a href="http://www.movie-locations.com/movies/s/sideways.html#olivos"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Los Olivos Cafe and Wine Merchant&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, número 2879 da Grand Avenue, Los Olivos. É aqui, do lado de fora do restaurante, poucos minutos antes de iniciar o encontro, que o personagem de Giamatti mostra claramente seu desprezo pelo Merlot. Um momento sublime. As vinícolas e os vinhos degustados no filme, você pode conferir nos extras a seguir.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Bônus&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os vinhos de Sideways&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Confira os rótulos degustados ou apenas citados durante o filme. A seleção dos vinhos seguiu o critério pessoal do diretor Alexander Payne, que escolheu as marcas que mais aprecia beber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheval-Blanc 1961&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Château Cheval Blanc, Saint-Émilion, Bordeaux, produzido com uva cabernet franc. A garrafa é mencionada várias vezes e finalmente bebida no final do filme, em local inusitado (uma lanchonete).&lt;br /&gt;Tenuta San Guido Sassicaia 1988&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um supertoscano composto de 85% de cabernet sauvignon e 15% de cabernet franc. Citado por Maya como o vinho que a fez despertar o gosto pela bebida.&lt;br /&gt;RichebourgDomaine de la Romanée-Conti&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um especialíssimo vinho da Borgonha. Esta garrafa é apenas mostrada, trata-se do rótulo mais caro da adega de Stephanie (um Richbourg 2004 sai por cerca de R$ 3.000,00 no Brasil)&lt;br /&gt;Dominique Laurent Pommard 1998&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Outro bom exemplar da Borgonha. Servido durante o jantar no restaurante Los Olivos Caffe&lt;br /&gt;Gaston Huet’s Vouvray&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vinho branco da região do Loire produzido com a uva chenin blanc. Não é bebido no filme, apenas citado numa discussão de Jack com um Miles embriagado.&lt;br /&gt;Opus One 1995&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Premiado vinho californiano, do Napa Valley, associação entre dois monstros sagrados do vinicultura: Robert Mondavi e Rothschild. É o vinho que Miles relembra ter bebido com a ex-mulher num vinhedo de Santa Bárbara.&lt;br /&gt;Byron Santa Maria Valley Brut Reserve 1992&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Espumante feito de 100% pinot noir na região de Byron, em Santa Bárbara. Primeira garrafa aberta no filme. Jack estoura o espumante, ainda quente, durante a viagem no carro.&lt;br /&gt;Highliner Pinot Noir 2001&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;The Hitching Post, Santa Bárbara. Degustado no balcão do restaurante de mesmo nome.&lt;br /&gt;Andrew Murray Syrah 2002&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Andrew Murray Vineyards, Santa Bárbara. Maya bebe um gole deste vinho na casa de Stephanie e acusa excesso de álcool, que estaria encobrindo a fruta.&lt;br /&gt;Sea Smoke Pinot Noir 2002&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sea Smoke Cellar, Santa Rita. Servido durante o jantar no restaurante Los Olivos Caffe&lt;br /&gt;Kistler Pinot Noir 2001&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Kistler, Sonoma Valley. Servido no jantar no restaurante Los Olivos Caffe.&lt;br /&gt;Fiddlehead Sauvignon Blanc 2001&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Fiddlehead Cellars, Santa Barbara. Vinho degustado pela personagem Stephanie.&lt;br /&gt;Melville Vineyards Pinot Noir 2002&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Melville Vineyards, Santa Barbara. Um dos exemplares degustados por Miles e Jack durante o circuito.&lt;br /&gt;Talley Pinot Noir Estate 2002&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Talley Vineyards, Santa Bárbara.Outro vinho provado pela dupla.&lt;br /&gt;Pinot Noir Vin Gris, Pinot Noir e Chardonnay 2001&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Sanford Winery, Santa Bárbara. Primeira parada da dupla, onde Miles tenta ensinar ao amigo Jack as técnicas de degustação.&lt;br /&gt;Cabernet Franc Kalyra&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Kalyra Wines, Santa Bárbara. Miles critica o vinho, numa degustação desta adega, onde é servido por Stephanie, que concorda com sua avaliação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;E as vinícolas:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.seasmokecellars.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Byron – 5250 Tepusquet Road Santa MariaHicthin Post – 406 east Highway 246&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt; – onde conhecem a personagem Maya.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.fiddleheadcellars.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Fidellereas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt; – “Lompoc Wine Ghetto”, 1597 E. Chestnut Avenue, Lompoc CA.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.foxenvineyard.com/"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Foxen Winery&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt; – 7200 Foxen Canyon Road, Santa Maria&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://andrewmurrayvineyards.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Andrey Murrey&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt; – 5095 Zaca Station Road, Los Olivos CA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.kalyrawinery.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Sanford – 7250 Santa Rosa Road – primeira parada, harmonizando com chicletes.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Firestone – 5000 Zaca Station Road, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Los OlivosKalyra Winery – 343 North Refugio Road, Santa Ynez – onde conhecem a personagem Stephanie.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.fessparker.com/" target="_blank"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Fess Parker Winery&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt; – 6200 Foxen Canyon Road, Los Olivos – no filme, recebe o falso nome de Frass Canyon.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Dicas de harmonização&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filmes românticos e um bom vinho harmonizam de uma maneira incrível. Então aí vão três dicas para combinar com este cardápio. Dois filmes e uma vinícola. A combinação fica por conta da casa.&lt;br /&gt;Para entender um pouco melhor a história da produção de vinho na California, nada melhor que acompanhá-la através de um bom filme. Bottle Shock, sem título em português, é um filme independente do diretor Randal Miller, com Chris “Capitão Kirk” Pine, Bill Pullman e Alan “Duro de Matar” Rickman no elenco. Sua história, baseada em fatos reais, descreve como a California conseguiu se inserir no disputado mercado de vinhos no mundo, onde a França mantinha uma hegemonia secular.&lt;br /&gt;O filme retrata, através da ótica de um enófilo inglês que mora em Paris, os primórdios da indústria do vinho na região de Napa Valley, quando em 1976, para surpresa do mundo, a vinícola Chateau Montelena ganhou a competição internacional de melhor vinho de Paris, com o exemplar Alexander Valley Chardonnay, de 1973.&lt;br /&gt;Outro filme que discute a produção de vinhos, desta vez como pano de fundo para um romance açucarado, é Um Bom Ano, de Ridley Scott, com Russel “Gladiator” Crowe no papel principal de um bem sucedido – porém arrogante – operador da bolsa de valores de Londres que se arrisca involuntariamente na produção de vinhos na região da Provença, França. E não é qualquer vinho, o filme acompanha o desenvolvimento de vinhos de garagem, chamados assim por não serem produzidos em larga escala e possuírem uma qualidade inigualável. Por isso, uma caixa deste precioso líquido pode chegar a custar até U$ 45 mil. O filme é baseado no livro de Peter Mayle, amigo de Scott desde os tempos da publicidade. Segundo algumas críticas, quando comparado ao livro, o filme deixa a desejar, principalmente por alterar certos aspectos da história. Mas como a função aqui não é criticar, e sim apreciar – exatamente como se faz com um bom vinho – sugiro este passatempo acompanhado da pessoa amada e de uma garafa de um bom Coppola Rubicon 2001. Coppola? Francis Ford Coppola? Sim, extamente. O que nos leva a terceira dica, a vinícola.&lt;br /&gt;Na sua próxima visita à Califórnia, fuja um pouco do roteiro Los Angeles e San Francisco. Este Estado americano é rico em zonas de cultivo de uvas, com cerca de 2700 vícolas que cultivam principalmente uvas cabernet sauvignon, chardonnay, pinot noir, zinfandel, syrah e merlot. Além da região de Santa Bárbara – que aparece no filme Sideways – pelo menos mais 8 regiões se dedicam quase que totalmente a vinicultura. São elas: Napa, Sonoma, Mendocino, Lake, Amador, Monterey, Santa Cruz e San Luis Obispo. Estas são as mais conhecidas, e entre elas, uma está em evidência nos dias de hoje. Trata-se da região de Napa Valley, a cerca de 1 hora de carro ao norte de San Francisco. É lá que fica o lugar que todo cinéfilo deve conhecer, gostando ou não de vinhos. Foi ali que o diretor Francis Ford Coppola, apaixonado pela bebida, comprou a sua própria vinícola, chamada inicialmente Niebaum-Coppola, hoje conhecida como Rubicon Estate. Coppola foi se aperfeiçoando e hoje goza de um certo prestígio, não só por ser a fazenda do premiado diretor de cinema Francis Ford Coppola, mas também pela qualidade de seus vinhos. A garrafa do Coppola Rubicon Estate, citado acima, custa cerca de R$ 850,00. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A Vinícola é aberta a visitação, e inclui um tour com direito a degustação de cinco tipos de vinhos. Lá, pode-se conhecer o chateau e um museu sobre a plantação. Mas, novamente para os cinéfilos, há uma grande surpresa. Existe, na vinícola, um espaço especialmente reservado para os Oscars que o diretor consquistou na carreira, além de ítens da trilogia O Poderoso Chefão, como a escrivaninha de Don “Marlon Brando” Corleone e o telefone de ouro, que aparece no segundo capítulo da saga, quando Al “Michael” Pacino está numa reunião com empresários em Cuba. Agora sim, uma bela desculpa para conhecer os famosos vinhedos de Napa Valley, além de degustar um bom vinho, claro. Se o fígado ainda permitir.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-3521519773217741755?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/3521519773217741755/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/eua-os-vinhedos-da-california-em.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/3521519773217741755'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/3521519773217741755'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/eua-os-vinhedos-da-california-em.html' title='EUA - Os Vinhedos da California em Sideways, Entre Umas e Outras'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCNYtCcaJnI/AAAAAAAAADA/op0gYRH16gY/s72-c/sideways.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-5681416098339312202</id><published>2010-06-24T09:42:00.004-03:00</published><updated>2010-06-24T09:55:52.766-03:00</updated><title type='text'>Paris - O Código DaVinci</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCNUjJIC91I/AAAAAAAAAC4/zIQzAeZK-UY/s1600/codigo_davinci.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486321733789218642" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCNUjJIC91I/AAAAAAAAAC4/zIQzAeZK-UY/s320/codigo_davinci.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;O Código Da Vinci (The Da Vinci Code)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O Código Da Vinci, o filme, pode ser interpretado através de duas visões distintas: a primeira, dos leitores da obra homônima de Dan Brown. A segunda, por quem nunca chegou perto do livro (coisa rara). Invariavelmente, para leitores e leigos, trata-se de uma história tão absurda quanto o profético fim do mundo em 2012, proposto pelo calendário Maia. Ou seja, tudo muito bem amarrado, mas que não passa de idéias – ou no máximo suposições – vindas de mentes muito criativas. Não que eu seja um católico fervoroso que defende a unhas e dentes a história de Jesus Cristo e Maria Madalena. Muito pelo contrário. Mas por menos religioso que eu possa ser, acreditar na versão de Dan Brown, conspiratória ao extremo, é engolir a seco que uma mentira possa ter sido escondida por tanto tempo e por tantas pessoas, igreja envolvida ou não. Um pouco demais para humanos apenas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Agora, quando analisamos o filme numa comparação direta com o best-seller de 2003, com mais de 70 milhões de cópias vendidas mundo afora, novas considerações devem ser feitas. Primeira, e mais óbvia: quem leu o livro de Dan Brown, não gostou do filme de Ron Howard. E o inverso também vale: quem não leu o livro, gostou do filme. Segunda consideração, que bate de frente com a primeira: independente de gostar ou não da versão cinematográfica, o público lotou os cinemas, rendendo ao estúdio algo em torno de U$ 800 milhões. Ou seja, fidelidadade ou não, o que vale é o quanto o filme empolga. E nesse quesito, críticos de plantão que me perdoem, mas O Código da Vinci está bem acima da média. Que o filme de Ron Howard tem suas falhas, seus clichês e seus exageros, todos sabemos. Mas oras, o que podemos dizer do livro, se não a mesma coisa? O filme diverte, entretém e até faz pensar, tudo na medida. Tem coadjuvantes interessantes, como Tautou e Reno, e um enredo de fazer inveja a qualquer roteirista hollywoodiano. E como se não bastasse, o filme ainda nos leva a grandes locações nas cidades de Paris e Londres. Então, se prestarmos atenção a ingênua história do simbologista Robert Langdom, mergulhado numa trama ultra-secreta envolvendo a igreja e grandes pensadores, poderemos ver que tudo não passa de uma deliciosa aventura, uma matine de primeira, bem ao velho e bom estilo Indiana Jones. E é assim que o filme deve ser avaliado. Ao invés de criticar a suposta direção acadêmica de Ron Howard ou o tão comentado corte de cabelo estilo “mullets” do personagem de Tom Hanks, sente-se na poltrona e deixe-se levar por uma aventura bem acima da média. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Louvre, St. Sulpice, Gare Du Nord e Bois de Boulogne.&lt;/strong&gt; Todos atrativos turísticos da cidade de Paris, que volta e meia, desfilam pela história. Este último, Bois de Boulogne, talvez não tenha uma veia tão turística assim. Mas serve como curiosidade, pois foi neste parque, quase três vezes maior que o Central Park de NY, que Santos Dumont executou diversas experiências aéreas antes de realmente decolar com seu XIV Bis, no início do século XX. A Igreja de St. Sulpice, do filme, só reflete o exterior da verdadeira Igreja de St. Sulpice. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O interior foi filmado em estúdio, com uma ajudinha de um bocado de efeitos especiais. Assim como o Museu do Louvre, que aparece freqüentemente, seja através de seus imensos corredores ou com as famosas pirâmides de vidro, na entrada ou no interior.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Esta última, invertida. Muito deste interior teve que ser recriado em estúdio, principalmente a cena da Mona Lisa, protegida a sete chaves pelo Museu. Algumas outras cenas foram de fato filmadas no Louvre, o que não é uma novidade, por assim dizer, pois filmes como &lt;strong&gt;Os Sonhadores&lt;/strong&gt; (The Dreamers) de Bernardo Bertolucci e &lt;strong&gt;Época da Inocência&lt;/strong&gt; (Age of Innocence), de Martin Scorsese, já tiveram cenas rodadas dentro deste gigantesco museu.&lt;br /&gt;No entanto, a locação que desperta maior curiosidade quando seguimos os passos (literalmente) de Robert Langdon em Paris, é a famosa &lt;strong&gt;Rose Line&lt;/strong&gt;, que é citada em determinado momento dentro da igreja de St. Sulpice, e mais tarde, bem ao final, após um insight do personagem, quando Langdon chega novamente ao Louvre, seguindo esta famosa linha. Ela existe mesmo? Se existe, para que serve? E o que são aquelas “medalhas” gigantes encravadas no piso? Bom, vamos elucidar o caso. Sim, ela existe mesmo, mas tem o nome de &lt;strong&gt;Meridiano de Paris&lt;/strong&gt;, e não tem qualquer ligação com seitas esotéricas. Isso mesmo, a linha representa um meridiano criado pelo astrônomo francês Abbé Jean Picard, por volta de 1670. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mais de cem anos depois, em 1800, outro astrônomo, François Arago, recalculou com maior precisão a localização exata do meridiano que deveria representar a longitude zero do globo terrestre. Mas nem todo o mundo aceitou o meridiano de Paris como definitivo. Como na época a tecnologia de GPS não existia, muito menos a internet, muitos outros meridianos dividiam as atenções com a linha de Paris. Em Portugal, foi adotado o meridiano de Coimbra ou de Lisboa, na Espanha, o meridiano de Cádis, e na Holanda, o meridiano do Pico de Tenerife. E estes são apenas alguns exemplos. Mas após um acordo internacional (produto da Conferência Internacional do Meridiano, que aconteceu em Washington DC, em 1884), ficou definido que o meridiano de Greenwich – que passa pela cidade de Greenwich, na Inglatera – seria adotado como o primeiro meridiano, servindo como referência para calcular as distâncias em longitudes e estabelecer os fusos horários em todas as regiões do globo. A França não aceitou muito bem esta decisão, continuando a utilizar o meridiano de Paris como base, até o início do século XX, por volta de 1910. Este meridiano foi um grande “rival” do meridiano de Greenwich por muito tempo. E esta rivalidade pode ser encontrada inclusive no livre de Julio Verne, “As Vinte Mil Léguas Submarinas”. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Os medalhões incravados no chão de Paris, nada mais são que uma homenagem – um memorial – a astrônomo François Arago, criado pelo artista holandês Jan Dibbets a pedido da associação Arago, de Paris. São 135 (ou 121, há controvérsias) medalhas de bronze com a inscrição Arago e as letras N e S (Norte e Sul), na linha do meridiano que corta acidade de norte a sul por cerca de 9 quilômetros. No &lt;strong&gt;Observatório de Paris&lt;/strong&gt; (l'Observatoire de Paris), também é possível ver essa linha no chão de uma de suas salas. Assim como na cidade de Greenwich (Inglaterra), em seu Real Observatório, onde é possível ver o traçado original do Meridiano de Greenwich. Para o desgosto dos franceses. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Mas um detalhe: a linha que corta o interior da igreja de St. Sulpice não tem relação alguma com o meridiano de Paris. Este tem seu traçado distante cerca de 100 metros da igreja. Esta linha, dentro da St. Súplice, assim como o obelisco de mármore (“gnomon”) que fica numa das extremidades desta linha, foi uma encomenda feita pela própria igreja, com o objetivo de marcar com exatidão a época da páscoa cristã. Como? Simples. Existe uma linha dourada que se inicia na ponta do obelisco e se extende através do chão da igreja, até desaparecer numa capela lateral. No final desta linha, olhando para cima, no imenso vitral, é possível ver que numa das janelas o vidro foi trocado por uma placa escura. Esta placa é que constitui o verdadeiro gnomon (anteparo que permite o estudo da movimentação do sol), e não o obelisco de mármore, que serve apenas para dar continuidade a linha do chão e demarcar, portanto, o solstício de inverno. A linha se extende de norte a sul, e a sombra que o verdadeiro obelisco faz no chão, quando parar bem em frente ao altar principal, é que vai indicar o equinócio da primavera, no dia 21 de março de cada ano. A data da páscoa é definida como o domingo que segue a primeira lua cheia após o equinócio de primavera, no hemisfério norte. Esta linha, portanto, é apenas um calendário solar, e nada tem haver com a Rose Line, ou a Rosslyn, ou o meridiano de Paris ou mesmo o tão falado Priorado de Sião. Dan Brown apenas aliou livremente, sem compromisso com a verdade, um excelente trabalho de pesquisa a uma história polêmica envolvendo Jesus Cristo, Maria Madalena e Leonardo Da Vinci. Palmas para o autor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-5681416098339312202?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/5681416098339312202/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/paris-o-codigo-davinci.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/5681416098339312202'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/5681416098339312202'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/paris-o-codigo-davinci.html' title='Paris - O Código DaVinci'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCNUjJIC91I/AAAAAAAAAC4/zIQzAeZK-UY/s72-c/codigo_davinci.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-4092797650516804859</id><published>2010-06-23T16:46:00.003-03:00</published><updated>2010-06-23T17:13:14.003-03:00</updated><title type='text'>Paris - O Fabuloso Destino de Amelie Poulain</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCJlx4j9hwI/AAAAAAAAACw/7GEnQYiRub4/s1600/amelie.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5486059203761899266" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 314px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCJlx4j9hwI/AAAAAAAAACw/7GEnQYiRub4/s320/amelie.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;O Fabuloso Destino de Amelie Poulain (Le Fabuleux destin d'Amélie Poulain)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;gênero:Comédia&lt;br /&gt;duração:02 hs 00 min&lt;br /&gt;ano de lançamento:2001&lt;br /&gt;estúdio:Le Studio Canal+ / Filmstiftung Nordrhein-Westfalen / France 3 Cinéma / La Sofica Sofinergie 5 / MMC Independent GmbH / Tapioca Films / Victoires Pictures&lt;br /&gt;distribuidora:Miramax Films&lt;br /&gt;direção: Jean-Pierre Jeunet&lt;br /&gt;roteiro:Jean-Pierre Jeunet e Guillaume Laurant&lt;br /&gt;produção:Jean-Marc Deschamps&lt;br /&gt;elenco:&lt;br /&gt;Audrey Tautou (Amélie Poulain)&lt;br /&gt;Mathieu Kassovitz (Nino Quincampoix)&lt;br /&gt;Rufus (Raphael Poulain)&lt;br /&gt;Yolande Moreau (Madeleine Wallace)&lt;br /&gt;Artus de Penguern (Hipolito)&lt;br /&gt;Urbain Cancelier (Collignon)&lt;br /&gt;Maurice Bénichou (Dominique Bretodeau&lt;/span&gt;)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Após deixar a vida de subúrbio que levava com a família, a inocente Amélie (Audrey Tautou) muda-se para o bairro parisiense de Montmartre, onde começa a trabalhar como garçonete. Certo dia encontra uma caixa escondida no banheiro de sua casa e, pensando que pertencesse ao antigo morador, decide procurá-lo ¬ e é assim que encontra Dominique (Maurice Bénichou). Ao ver que ele chora de alegria ao reaver o seu objeto, a moça fica impressionada e adquire uma nova visão do mundo. Então, a partir de pequenos gestos, ela passa a ajudar as pessoas que a rodeiam, vendo nisto um novo sentido para sua existência. Contudo, ainda sente falta de um grande amor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amélie Poulain é um conto, onde situações comuns são levadas ao exagero e momentos difíceis, como a morte da mãe, atingida por um turista que caiu da Notre Dame, retratados caricatamente. É carregado nas cores, quase como uma história em quadrinhos. Seus personagens são, em sua maioria, retratos exagerados de pessoas comuns, mas que parecem vindas de outro planeta. Para completar, o estilo de Junet, ora nervoso, ora contemplativo, transforma o filme numa viagem pelo desconhecido, uma verdadeira fábula para contar um pouco do mundo em que vivemos. Não se parece em nada com uma obra de Hollywood – apesar de ter uma pitada de Tim Burton no conceito – e por isso mesmo pode não agradar a todos. Mas é inegável que Junet tem identidade, originalidade e coragem para, em plena era de glorificação de filmes com bastante carga realista, injetar o lúdico e o fantástico na vida das pessoas. Parabéns a Junet. E vida longa a Amélie Poulain.&lt;br /&gt;Além de ser um sopro de originalidade em meio a imensidão de filmes sem identidade que são lançados anualmente, Amélie Poulain ainda funciona como um excelente guia turístico de Paris. Não a Paris da Torre Eiffel, da Champs Elisee ou do Arco do Triunfo. Mas principalmente a Paris de &lt;strong&gt;Montmartre, o 18º Arrondissement,&lt;/strong&gt; e sua imponente Sacre Ceur. O filme passeia pela região revelando seus segredos, como suas estações de metrô, suas famosas escadarias e seus charmosos cafés. Montmartre é conhecido como o endereço da boemia parisiense. Lá se produzia vinho – e ainda se produz, em pequena quantidade porém, no único parreiral remanescente dentro dos limites da cidade – e por isso atraia os moradores da cidade para noites de bebedeira. Também por esse motivo, foi nessa região que se desenvolveram os famosos cabarés da cidade, como o Lido e o Moulin Rouge. No século 19, o 18º arrondissement não pertencia ainda a cidade de Paris. Por isso, seus aluguéis eram baratos, e sua proximidade com a cidade, excelente. Muitos artistas famosos se mudaram para a região, entre tantos, estão nomes como Picasso, Van Gogh e Renoir.&lt;br /&gt;O pequeno apartamento de Amélie Poulain fica na &lt;strong&gt;Rue des Trois Freres, número 56&lt;/strong&gt;, em cima de um pequeno mercado de nome &lt;strong&gt;Au Marche de La Butte&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No filme o local se chamava &lt;strong&gt;Maison Collignon&lt;/strong&gt;, e esta placa indicativa ainda pode ser encontrada na fachada da loja. No vidro, recortes de jornal indicam que você está no lugar certo. Ali perto, há apenas 150 metros, fica um lugar chamado &lt;strong&gt;L’Escale Restaurant&lt;/strong&gt;, antigo Blue Sky, que aparece no final do filme&lt;strong&gt; Ronin&lt;/strong&gt; (idem), no encontro entre os personagens de Robert De Niro e Jean Reno. Ao final da cena, e consequente final do filme, podemos ver o personagem de Jean Reno subindo as imensas escadarias ao lado do bar, que integram a Rue Drevet e levam a rue Andre Barsacq.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saindo do apartamento de Amélie, vamos para o local mais famoso do filme, o &lt;strong&gt;Café des deux Moulins&lt;/strong&gt;, onde ela trabalhava. O local existe, e pasmem, exatamente como vemos no filme. Um momento ímpar no tour.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O café fica no número &lt;strong&gt;15 da Rue Lepic&lt;/strong&gt;, e se você descer mais uns 150 metros pela mesma rua, encontrará o famoso Moulin Rouge, bem em frente a Place Blanche, no Boulevard de Clichy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui é um bom lugar para pegar o fabuloso (com o perdão do trocadilho) metrô de Paris. Pegue a linha 12 verde, com destimo a &lt;strong&gt;Port de La Chapelle&lt;/strong&gt;, passe apenas uma estação e desça na &lt;strong&gt;Lamarck-Coulaincourt&lt;/strong&gt;. Essa é a belíssima estação de metrô, com a dupla escadaria, onde Amélie descreve um mercado da Rue Lamarck a um homem com deficiência visual.&lt;br /&gt;Perto do Moulin Rouge, há cerca de 300 metros, no número 37 do Boulevard de Clichy mesmo, fica a sex shop onde o personagem de Mathieu Kassovitz trabalhava, a Palace Video. No número 11 de outro Boulevard (Paris é a cidade dos Boulevards, cortesia do Barão de Haussmann, veja o porque mais adiante), o &lt;strong&gt;Boulevard St. Martin&lt;/strong&gt;, fica a loja onde Amelie compra uma máscara do Zorro para a seu pequeno jogo de esconde-esconde, a Au Clown&lt;br /&gt;de La Republique. Esse Boulevard, por sua vez, fica bem próximo do famoso &lt;strong&gt;Canal St. Martin&lt;/strong&gt;, onde podemos ver Amélie com seu passatempo predileto, jogar pedras na água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este canal rende um excelente passeio, seja de barco, ou a pé, principalmente aos domingos, quando as duas ruas que acompanham o canal, a Quai de Valmy e a Quai de Jemmapes, são fechadas para uso exclusivo de pedestres e ciclistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além das ruas estarem lotadas de pequenas lojas bastante interessantes, durante o passeio ainda podemos ver e admirar as diversas pontes de ferro que cruzam o canal e as eclusas necessárias para nivelar os vários estágios do percurso. Além disso, durante a primavera e verão, o local é mutio freqüentado por parisienses que lá se reúnem para curtir um bom picnic regados a uita musica ao ar livre. O filme ainda faz alguns passeios pelas magníficas estações de trem de Paris, como a Gare du Nord, Gare de Lyon e Gare de L’Est, onde, nesta última, fica o pequeno quiosque de fotos que aparece inúmeras vezes na história. E pontos turísticos da cidade, obviamente, não poderiam ficar de fora. Podemos ver Amélie caminhando pela famosa Pont dês Arts, que atravessa o rio Sena na região do Louvre; no carrossel e nas escadarias da gigantesca Sacre Ceur, bem no alto de Montmartre e ainda a famosa Notre Damme, na cena onde a mãe de Amélie sofre um acidente no mínimo curioso, envolvendo um turista em queda livre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Making-off:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;- O Fabuloso Destino de Amélie Poulain teve cinco indicações ao Oscar, nas seguintes categorias: Melhor Filme Estrangeiro, Melhor Direção de Arte, Melhor Fotografia, Melhor Som e Melhor Roteiro Original. Não ganhou nenhum;&lt;br /&gt;- No festival de Cannes, foi completamente desprezado pela comissão organizadora;&lt;br /&gt;- Na maioria das apresentações dos personagens, aparece o que eles mais gostam. Em um seleto grupo, também é demonstrado o que é desgostado;&lt;br /&gt;- Jean-PierreJunet dirigiu o quarto episódio da franquia Alien, Alien A Ressurreição, o mais fraco da série. O filme tem estilo, e nada mais.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-4092797650516804859?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/4092797650516804859/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/paris-o-fabuloso-destino-de-amelie.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/4092797650516804859'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/4092797650516804859'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/paris-o-fabuloso-destino-de-amelie.html' title='Paris - O Fabuloso Destino de Amelie Poulain'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCJlx4j9hwI/AAAAAAAAACw/7GEnQYiRub4/s72-c/amelie.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-8620103980176741367</id><published>2010-06-23T10:12:00.003-03:00</published><updated>2010-06-23T10:18:41.600-03:00</updated><title type='text'>NY - Harry e Sally Feitos um para o Outro</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCII73NDFxI/AAAAAAAAABo/-LlPXBbL3gg/s1600/when-harry-met-sally.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5485957120614668050" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 227px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCII73NDFxI/AAAAAAAAABo/-LlPXBbL3gg/s320/when-harry-met-sally.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Harry e Sally, Feitos Um para o Outro (When Harry Meets Sally)&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Gênero: Comédia RomânticaTempo de Duração: 110 minutosAno de Lançamento (EUA): 1989Estúdio: Columbia Pictures Corporation / Castle Rock Entertainment / Nelson EntertainmentDistribuição: Columbia Pictures / Metro-Goldwyn-MayerDireção: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/diretores/rob-reiner/rob-reiner.asp"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Rob Reiner&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Roteiro: Nora EphronProdução: Rob Reiner e Andrew Scheinman&lt;br /&gt;Elenco&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/atores/billy-crystal/billy-crystal.asp"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Billy Crystal&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; (Harry Burns)&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/atores/meg-ryan/meg-ryan.asp"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Meg Ryan&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; (Sally Albright)&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/atores/carrie-fisher/carrie-fisher.asp"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Carrie Fisher&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; (Marie)Bruno Kirby (Jess)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Após se formarem pela Universidade de Chicago, Harry Burns (Billy Crystal) e Sally Albright (Meg Ryan), um casal de estudantes viaja junto para Nova York. Com o passar dos anos cada um leva a sua vida, encontram-se esporadicamente, mas aos poucos, e de forma um pouco assustadora, descobrem que estão se apaixonando.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O pai – e a mãe – das comédias românticas, Harry e Sally, Feitos um para o Outro é um filme leve e gostoso, como um bom romance deve ser. Tem ótimos diálogos e belíssimas interpretações do então jovem casal Billy Cristal e Meg Ryan. Foi brilhantemente roteirizado por Nora Ephron, mais conhecida como diretora de filmes como Sintonia de Amor (também com Meg Ryan e Tom Hanks), Mensagem para você (Meg e Tom novamente) e A Feiticeira (com Nicole Kidman). Na época, Nora era reconhecida por seu trabalho como roteirista, iniciando na direção apenas em 1992. Ela desenvolveu este roteiro após uma entrevista com o diretor do filme, Rob Reiner, recém separado e com experiência de sobra no assunto. Alguns diálogos, no entanto, foram improvisados durante as filmagens, inclusive a cena mais famosa, o orgasmo fake dentro de uma lanchonete. A idéia surgiu após Billy Cristal comentar com o diretor que o filme estava focando demais no personagem de Harry, e que seria interessante criar algo para Sally. Foi assim que surgiu a cena de sexo, sem sexo, mais famosa do cinema.&lt;br /&gt;Hoje, quando Meg Ryan aparece em cena, em qualquer filme, a primeira lembrança são seus gemidos enlouquecidos de tesão, acrescidos dos Yes, Yes, Yes mais fomosos do cinema. Bom, essa lembrança é válida apenas para quem tem mais de 30 anos, claro. Para quem não faz parte deste grupo, a cena é mais ou menos assim: Sentados numa delicatessen, Harry e Sally discutem o relacionamento entre homens e mulheres (como em praticamente todo o filme, mas de maneira sincera e muito bem escrita) quando entram neste polêmico assunto: afinal, seria possível a uma mulher fingir um orgasmo sem que o homem perceba? O que se sucede então é a cena clássica que marcou a carreira de Meg Ryan para sempre. Praticamente todos os filmes pós Harry e Sally, quando se prestam a discutir o orgasmo, citam esta cena. O lugar da filmagem é a &lt;strong&gt;Katz Delicatessen&lt;/strong&gt;, número 205 East da Houston Street. Serve café da manhã, almoço e jantar e a mesa onde Harry e Sally sentaram continua lá. E ainda, pode-se fazer o mesmo pedido que Sally fez no dia. É o prato mais vendido da casa.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E a livraria onde Harry e Sally ficam espionando um ao outro, também era real. Tratava-se de uma franquia da famosa &lt;strong&gt;Shakespeare and Company&lt;/strong&gt;. Na época, ficava na esquina da 79th Street com a Broadway. Hoje, existem 3 lojas em NY, nos seguintes endereços: 939 da Lexington Avenue, 716 da Broadway e 137 E 23rd Street. As lojas desta livraria são peculiares. Paredes cobertas de livros empoeirados, prateleiras cheias de revistas e livros sem nenhuma organização. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A primeira loja surgiu em 1919 pelas mãos de Sylvia Beach, em Paris e funcionou como retiro cultural para os apreciadores da literatura. Esta loja de Paris, agora com novo dono e em outro endereço, bem pertinho da Notre Dame, pode ser vista também no filme Antes do Por-do-Sol (Before Sunset), com Julie Delpy e Ethan Hawke. É nesta livraria que o personagem de Hawk, um escritor famoso dos EUA, faz uma tarde de autógrafos de seu último livro. Mas sem correria, pois quando chegarmos a Paris, com certeza seguiremos os passos de Hawk e Delpy pela Cidade Luz.&lt;br /&gt;            No Central Park, o famoso&lt;strong&gt; The Boathouse Café&lt;/strong&gt; também foi frequentado na cena em que as três amigas discutem os relacionamentos amorosos (ou a falta deles). &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Assim como o &lt;strong&gt;Metropolitan Museum Of Art&lt;/strong&gt; e o &lt;strong&gt;Washington Square Park&lt;/strong&gt;. Neste último, localizado ao sul, no Greenwich Village, encontramos o Washington Square Arch, onde os dois se despedem após a longa e atípica viagem de carro que fizeram juntos desde Chicago, bem no início do filme. E aparece também no final, quando Harry passeia sozinho e pensativo pelas ruas de NY, numa noite fria de final de ano.  &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O arco fica na 5th Avenue e Waverly place. Ele foi construído em 1889 em homenagem a George Washington. Em estilo romano, inspirado no Arco do Triunfo de Paris, o Washington Arch, embora muito menor, substituiu um antigo arco de madeira que havia ali. Em 1891, foi todo recoberto de mármore branco.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Making off:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;- Após a cena do orgasmo, protagonizada por Meg Ryan, a senhora que diz a frase "Eu quero o que ela pediu também" é a mãe do diretor Rob Reiner;&lt;br /&gt;- Barry Sonnenfeld, diretor de &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.adorocinema.com/filmes/homens-de-preto/homens-de-preto.asp"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Homens de Preto&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt; e A Família Addams, é o diretor de fotografia de Harry e Sally - Feitos um para o Outro;&lt;br /&gt;- Durante o filme o personagem Harry Burns pode ser visto lendo o livro "Misery", de Stephen King. Após o lançamento de Harry e Sally foi justamente a adaptação deste livro o trabalho seguinte do diretor Rob Reiner, cujo filme se chamou Louca Obsessão;&lt;br /&gt;- Os depoimentos dos casais, que aparecem durante o filme, são verdadeiros. Exceto o último, claro.&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-8620103980176741367?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/8620103980176741367/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/ny-harry-e-sally-feitos-um-para-o-outro.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/8620103980176741367'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/8620103980176741367'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/ny-harry-e-sally-feitos-um-para-o-outro.html' title='NY - Harry e Sally Feitos um para o Outro'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCII73NDFxI/AAAAAAAAABo/-LlPXBbL3gg/s72-c/when-harry-met-sally.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-2910538615234754231</id><published>2010-06-23T09:48:00.004-03:00</published><updated>2010-06-23T16:41:29.258-03:00</updated><title type='text'>Nova York</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCIDMg5ixCI/AAAAAAAAABg/dgWNhXbsT3o/s1600/novayork_mar.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5485950809615287330" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 240px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCIDMg5ixCI/AAAAAAAAABg/dgWNhXbsT3o/s320/novayork_mar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;“There are many apples, but only one Big Apple.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cidade mais cosmopolita do mundo dispensaria uma apresentação formal, ou mesmo algumas locações cinematográficas como justificativa para uma visita. Mas não poderíamos começar o tour pela Big Apple sem antes falar um pouco desta cidade que é o sonho de consumo de 10 entre 10 turistas que procuram diversão, glamour e cultura. Nova York tem de tudo, e de todos os cantos do mundo, e já de início é importante ressaltar que será impossível conhecer tudo o que ela oferece, turisticamente e cinematograficamente falando. Seriam necessários meses percorrendo suas ruas e avenidas a pé – pois é assim que se deve conhecer a cidade – para se ter uma vaga idéia de tudo o que ela oferece. Restaurantes chiques, cafés da moda, bares, lojas de grifes, outlets, atrações turísticas, shows da Broadway e off-Broadway, shows circenses, passeios clássicos, ou seja, é muita coisa para pouca vida, por assim dizer. É preciso rebolar. Nova York é única, e por isso mesmo, imprescindível. Nas palavras do jornalista britânico Simon Hoggart &lt;em&gt;“Viver em Nova York é como estar numa festa terrivelmente tarde da noite. Você está cansado e com dor de cabeça desde que chegou, mas não pode ir embora porque senão perderá a festa.”&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Making off:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;- Por volta de 1650, os colonizadores da ilha de Manhattan construiram um muro, ou muralha, pelo medo de ataques dos nativos americanos. Aos poucos, este muro foi sendo colocado abaixo, e no lugar, os colonizadores abriram uma rua, de nome... Wall Street;&lt;br /&gt;- Groud Zero é o nome que se dá ao ponto da superfície da Terra onde se dá uma explosão. Pode ser usado para explosões nucleares, bombas comuns, terremotos, epidemias ou outras catástrofes. Atualmente, porém, é conhecido como o local onde ficavam as torres gêmeas do World Trade Center;&lt;br /&gt;- TriBeCa não é um nome, é uma abreviatuta para "Triangle Below Canal Street" . A região, no entanto, se assemelha a um trapézio, e não a um triângulo;&lt;br /&gt;- SoHo também não é um nome. É abreviatura para South Houston Street.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os Caça Fantasmas (Ghostbusters)&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Gênero: ComédiaTempo de Duração: 101 minutosAno de Lançamento (EUA): 1984&lt;br /&gt;Estúdio: Columbia Pictures Corporation / Black Rhino ProductionsDistribuição: Columbia PicturesDireção: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/diretores/ivan-reitman/ivan-reitman.asp"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Ivan Reitman&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Roteiro: Dan Aykroyd e Harold RamisProdução: Ivan Reitman&lt;br /&gt;Elenco&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/atores/bill-murray/bill-murray.asp"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Bill Murray&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; (Dr. Peter Venkman)&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/atores/dan-aykroyd/dan-aykroyd.asp"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Dan Aykroyd&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; (Dr. Raymond Stantz)Harold Ramis (Dr. Egon Spengler)&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/atores/sigourney-weaver/sigourney-weaver.asp"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Sigourney Weaver&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; (Dana Barrett / Zuul)&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.adorocinema.com/personalidades/atores/rick-moranis/rick-moranis.asp"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Rick Moranis&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt; (Louis Tully / Vinz Clortho)Annie Potts (Janine Melnitz)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bill Murray, Dan Aykroyd e Harold Ramis estão nesta clássica comédia sobrenatural que fará você gritar! Quando a universidade reduz o departamento de parapsicologia, os Doutores Venkman (Murray), Stantz (Aykroyd) e Spengler (Ramis) mudam sua atividade de cientistas para a de Caça-Fantasmas, investigadores e exterminadores de pestes paranormais! Quando a atraente Dana Barrett (Sigourney Weaver) descobre que seu refrigerador é um portal para a dimensão espiritual, nossos heróis ficam frente a frente com uma antiga força do mal que planeja transformar Manhattan no inferno!&lt;br /&gt;“Who you gonna call? Ghostbusters !!!” A música de Ray Parker Jr. ficou em primeiro lugar nas paradas da revista americana Billboard por três semanas consecutivas, e ainda concorreu ao Oscar de melhor canção. Perdeu para a música “I Just called to say I love you”, que Steve Wonder fez para o filme A Dama de Vermelho (The Woman in Red). Abre parênteses: é impressionante como estas duas músicas, tocadas com frequência ainda hoje, foram criadas no mesmo ano, e concorreram ao mesmo Oscar. Os anos 80 eram mesmo bons tempos para os compositores. Fecha parênteses. O filme foi um tremendo sucesso em 1984, e só perdeu nas bilheterias para um tal de Um Tira da Pesada (Beverly Hills Cop), com Eddie Murphy. Ainda assim, a briga foi grande. Os Caça Fantasmas é uma ficção-científica turbinada com muita comédia e aventura, em outras palavras, um verdadeiro arrasa-quarteirões da época. Custo: cerca de US$ 30 milhões. Praticamente o salário de Tom Cruise ou Julia Roberts nos dias de hoje. Faturou 10 vezes mais (praticamente o custo de Avatar, de James Cameron. Onde vamos parar?) e gerou uma continuação, sem o mesmo sucesso de crítica, porém financeiramente ainda muito lucrativo. Alguns ícones dos anos 80 surgiram com este filme, como a música citada anteriormente e a ambulância branca, ou Ecto 1, um Cadillac Miller Meteor com uma sirene estridente. Foram construídos três carros para o filme, mas um deles nem sequer foi usado, foi feito apenas para ficar em exposição no parque temático da Universal Stúdios. E este, veja só, está à venda, pronto para rodar, com o odômetro zerado. Valor: cerca de US$ 27 mil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme em si virou um ícone. Seus monstros, Geléia, Stay-Puft e Gozer são fantasmas de uma época diferente, ingênua, romântica e colorida. Num mundo de Tripods (A Guerra dos Mundos), Sauron (O Senhor dos Anéis) ou Voldemort (Harry Potter), os vilões de Os Caça Fantasmas só trazem um sentimento: nostalgia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E é exatamente esse o sentimento que aflora quando passamos em frente ao pequeno prédio, estreito, revestido com tradicionais tijolos vermelhos, classicamente NY, e que abriga um corpo de bombeiros, no número 14 North da Moore Street, West Broadway (Tribeca). Endereço de nada mais nada menos que o quartel general dos caça fantasmas. Impossível não se emocionar ao passar em frente ao pequeno e inconfundível prédio. &lt;strong&gt;(imagem ao lado&lt;/strong&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O luminoso dos Caça Fantasmas, símbolo de uma época, não está mais lá, obviamente, mas isto não diminui o entusiasmo de estar diante de algo que marcou a história do cinema. O interior do prédio não pôde ser usado porque realmente funciona ali, e já funcionava na época, um corpo de bombeiros, o grupamento 8 Hook and Ladder. A solução foi encontrar um prédio semelhante, e que não estivesse em uso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E isso ocorreu em Los Angeles (na outra extremidade do País, diga-se de passagem), no número 225 East da Fifth Street. Local que também serviu para filmar algumas cenas de O Máscara (The Mask) e Os Aventureiros do Bairro Proibido (Big Trouble in Little China), um clássico das Sessões da Tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para jantar, uma dica é o restaurante onde o personagem de Rick Moranis atravessa uma janela para fugir de alguns animais sinistros. Ele fica na 67th Street, Central Park West, e tem o nome de Tavern on the Green. Também neste restaurante, Bud Fox (Charlie Sheen), personagen do filme Wall Street, Poder e Cobiça (Wall Street), se encontra com policiais federais após armar uma cilada contra seu mentor Gordon Gekko (Michael Douglas), o multimilionário do mundo das ações em NY&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Making off:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;- O roteiro original de Os Caça-Fantasmas, escrito apenas por Dan Aykroyd, iniciava o filme já mostrando um carro voador dos Caça-Fantasmas saindo da base do grupo. Foi o diretor Ivan Reitman quem sugeriu que seria melhor se o filme mostrasse como os Caça-Fantasmas foram formados. E deixar pra lá a idéia de um carro voador;&lt;br /&gt;- A idéia inicial era que o homem gigante de marshmallow aparecesse pela primeira vez saindo da água ao lado da Estátua da Liberdade, para passar ao espectador a dimensão do seu tamanho. Porém, esta idéia acabou sendo deixada de lado devido às dificuldades da época em fazer com que ela parecesse real dentro do filme;&lt;br /&gt;- As vozes dos personagens Geléia e Zuul foram feitas pelo próprio diretor Ivan Reitman;&lt;br /&gt;- O filme recebeu 2 indicações ao Oscar, nas seguintes categorias: Melhores Efeitos Especiais e Melhor Canção Original ("Ghostbusters").&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-2910538615234754231?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/2910538615234754231/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/nova-york.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/2910538615234754231'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/2910538615234754231'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/nova-york.html' title='Nova York'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCIDMg5ixCI/AAAAAAAAABg/dgWNhXbsT3o/s72-c/novayork_mar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8938697874186802860.post-7096485150440752170</id><published>2010-06-22T18:06:00.002-03:00</published><updated>2010-06-22T18:13:44.584-03:00</updated><title type='text'>Ano 1</title><content type='html'>Eis que surge o primeiro blog que une, de uma maneira criativa e descontraída, cinema e turismo. Vamos viajar pelas mais belas cidades do mundo conhecendo as locações dos melhores (e piores, por que não?) filmes já produzidos. Bares, cafés, restaurantes, ruas, praças, prédios, parques...por onde Hollywood passou, nós também passaremos. Comentários sobre filmes, atores, diretores. Fotos, dicas, &lt;em&gt;making off&lt;/em&gt;. Tudo sobre cinema, ao redor do mundo. Assim é &lt;strong&gt;Viajando com o Cinema&lt;/strong&gt;, o blog que chegou para enriquecer (culturalmente, claro!) a vida do cinéfilo, do viajante, do curioso, do mochileiro, do cineasta, do crítico...Aguarde. Você ficará surpreso!!!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8938697874186802860-7096485150440752170?l=viajandocomocinema.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/feeds/7096485150440752170/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/ano-1.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/7096485150440752170'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8938697874186802860/posts/default/7096485150440752170'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://viajandocomocinema.blogspot.com/2010/06/ano-1.html' title='Ano 1'/><author><name>Ricardo Zastrow</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='29' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/_eVhfkOE_ZTE/TCEghec7BSI/AAAAAAAAAA4/pnUO2La30tY/S220/Paris+1+440sx.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
